Revisão de planejamento estratégico: por que é fundamental ...

Ministério da saúde pede à fiocruz que divulgue cloroquina como tratamento precoce.

é, meus caros, não está fácil.
Ministério da Saúde pede à Fiocruz que divulgue cloroquina como tratamento precoce de Covid-19
Segundo o ministério, uso ocorreria nos primeiros dias dos sintomas e no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). OMS e Opas não recomendam uso do medicamento.
Por Nicolás Satriano, G1 Rio

O Ministério da Saúde enviou um ofício à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, pedindo que a instituição dê ampla divulgação ao tratamento com uso de cloroquina e hidroxicloroquina como medicamentos que podem ser utilizados nos primeiros dias de sintomas de Covid-19.
O ofício, datado de 29 de junho, é assinado pelo secretário de Atenção Especializada à Saúde, Luiz Otavio Franco Duarte.
O uso da cloroquina é alvo de estudos e, apesar das primeiras evidências positivas nos testes in vitro, não há resultados que comprovem a eficácia da droga no tratamento ou na prevenção da Covid-19.
Por outro lado, pesquisas já apontaram que a droga não trouxe benefícios para diferentes perfis de pacientes, sejam os casos leves ou hospitalizados, e ela foi até mesmo associada à piora da situação dos pacientes.
Os médicos alertam para os efeitos colaterais do medicamento, como a arritmia cardíaca. A Organização Mundial da Saúde (OMS) suspendeu os testes com o medicamento.
No documento encaminhado à Fiocruz, Duarte ressaltou ser "essencial tomar e divulgar algumas medidas" em relação ao tema. Uma delas é a "prescrição de cloroquina ou hidroxicloroquina, mediante livre consentimento esclarecido do paciente com diagnóstico clínico de Covid-19".
Tal tratamento, afirmou o secretário, seria realizado de forma "precoce, ou seja, nos primeiros dias dos sintomas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)".
Duarte também destacou que a ampla divulgação do método "integra a estratégia do Ministério da Saúde para reduzir o número de casos que cheguem a necessitar de internação hospitalar".
"(...) Solicito a ampla divulgação desse tratamento, considerando que ele integra a estratégia do Ministério da Saúde para reduzir o número de casos que cheguem a necessitar de internação hospitalar para tratamento de síndromes de pior prognóstico, inclusive com suporte ventilatório pulmonar e cuidados intensivos", é dito no documento.
Questionado pelo G1, o Ministério da Saúde informou, em nota, que o ofício "tem caráter administrativo para orientar os institutos e hospitais federais sobre a Nota Técnica divulgada pelo Ministério da Saúde, que trata do enfrentamento precoce da Covid-19".
"Cabe informar que a pasta divulgou novas orientações sobre uso de medicamentos, em que a prescrição permanece a critério do médico, sendo necessária também a vontade declarada do paciente. No caso de pacientes pediátricos ou incapacitados, é necessário o consentimento dos pais ou responsáveis legais", acrescentou a pasta.
Também em nota, a Fiocruz, por meio da presidência da instituição e direções de seus dois institutos federais – Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI) e Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF) –, assim como os demais hospitais federais, confirmou o recebimento do ofício do Ministério da Saúde.
A fundação disse estar "ciente das orientações do Ministério da Saúde sobre o uso "off label" (quando o fármaco é utilizado para uma indicação diferente daquela que foi autorizada pelo órgão regulatório, a Anvisa) da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a Covid-19".
E acrescentou que "entende ser de competência dos médicos sua possível prescrição". A Fiocruz esclareceu, ainda, que é responsável no Brasil pelo estudo clínico Solidariedade, que "avalia a eficácia de medicamentos para a Covid 19".
OMS e Opas não recomendam uso
A Organização Mundial da Saúde (OMS), no último dia 10, ao ser questionada sobre as afirmações do presidente Jair Bolsonaro sobre o uso de cloroquina, afirmou que não indica o uso para pacientes infectados com o novo coronavírus.
"A OMS não indica o uso da cloroquina em pacientes de coronavírus porque não conseguimos demonstrar um benefício claro a eles", afirmou diretor de Emergências da OMS, Michael Ryan.
O diretor Marcos Espinal, do Departamento de Doenças Comunicáveis da Opas, que é braço da OMS nas Américas, reforçou em 19 de maio que "não há evidências para recomendar cloroquina e hidroxicloroquina contra a Covid-19".
"Ainda não temos os resultados de testes clínicos que possam sugerir a eficácia desses dois medicamentos. Desde o começo, a Opas produziu uma revisão bastante sistemática. Acabamos de atualizar o documento, e não há evidência de que essas duas drogas sejam eficazes contra a Covid-19", explicou Espinal.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/07/16/ministerio-da-saude-pede-a-fiocruz-que-divulgue-cloroquina-como-tratamento-precoce-de-covid-19.ghtml
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Claro Celular: você já renegociou seu plano recentemente? - ou mudou do pós para o pré ou controle? - se você é cliente VIVO, TIM ou seja lá qual for sua operadora, dicas são bem-vindas também! (estratégias para planos de tv paga também tá valendo!) - relatos são bem-vindos...

Amigos,
Meu pai é usuário pós da Claro. Usa muito internet mas quase nada de ligações. Como o plano dele tá na casa dos 120 reais, estou pensando em sugerir pra ele renegociar ou mudar pro pré ou controle.
Pra quem é cliente CLARO e já passou por esta revisão de planos: alguma sugestão? - seja de estratégia para ter um plano mais barato ou para mudar para o pré ou controle? (inclusive sem ter de ficar pendurado por horas na central de atendimento da Claro se possível).
Tendo em vista que ele ainda precisa de internet móvel, acho que o pré seria uma furada. Mas nunca tive um plano controle de operadora nenhuma, então não sei opinar e pensei em pedir ajuda por aqui...
Uma informação que descobri é que se você tem um plano antigo ruim e há planos novos melhores, tem o direito de poder migrar mesmo sendo cliente antigo.
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Warland Idle journey - Desenvolvimento da semana #2

Warland Idle journey - Desenvolvimento da semana #2
Progresso até o dia 26/07/2020

Estudo e elaboração das fórmulas de evolução

Como todo bom RPG, o design do Warland busca cumprir o objetivo de provocar uma sensação de evolução satisfatória no jogador, nós queremos que o jogador sinta que está ficando mais forte a medida que obtém recursos e evolui no jogo.
Por isso é importante determinar corretamente quantos pontos de vida cada campeão terá em cada nível, quantos pontos de atributos, qual o bônus ele receberá ao subir de ranking e etc.
Nessa semana nós focamos o nosso trabalho em estudar várias opções de fórmulas de atributos e escolher a que funcionaria melhor para transmitir essa sensação ao jogador.

Estratégia ou força bruta?

Nós perguntamos a nossos apoiadores se um time de determinado ranking deveria ser capaz de vencer um adversário de ranking maior, caso a estratégia correta fosse utilizada. A resposta foi unanime:
A estratégia precisa valer mais que a força!
Com esse pensamento em vista, buscamos elaborar os atributos dos campeões de forma que mesmo que seu time seja de um nível mais baixo ou de ranking menor, se você conseguir criar uma boa estratégia, que seja coerente para explorar os pontos fracos do time inimigo, você será capaz de derrotar adversários mais fortes numericamente.

Como será o sistema de evolução do Warland?

Nós queremos que o jogador tenha mais liberdade de escolha e não fique preso por limitações inúteis durante sua experiência, como por exemplo ficar resetando campeões para evoluir outro.
É muito comum em outros jogos uma mecânica onde você gasta moedas para resetar um herói e recuperar os recursos gastos com ele para evoluir outro herói e testar outras estratégias, e nós achamos que se for pro jogador poder ficar trocando o herói ele não deveria precisar ficar clicando em tantos botões desnecessariamente, isso poderia ser mais simples.
Por conta disso, no Warland nós teremos uma evolução muito mais ligada aos edificios da Capital do jogador.

A capital e seus edifícios

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No Warland, cada edifício da capital terá um papel muito importante na evolução do jogador:
  • Quartel: O quartel é o lugar onde os campeões se preparam para batalha. O nível do quartel determina o nível de todos os campeões do jogador.
  • Academia: A academia é um lugar de pesquisa e aprendizado das técnicas mágicas que foram herdadas pelos clãs. Evoluir a Academia liberará pontos de talentos para o jogador customizar suas build de heróis.
  • Laboratório Alquímico: O Laboratório é um lugar de estudo sobre a Alquimia, e o seu nível influenciará a força dos artefatos equipados nos heróis.
  • Templo: No templo os campeões absorvem as Pedras das Almas para aumentar seu Ranking e Eficiência de Magia.
  • Trono: O Trono é o lugar onde o Imperador assume seu poder e influencia no seu império. Evoluir o Trono aumentará o nível máximo que pode ser alcançado pelos outros edifícios.
Como vocês podem perceber, no Warland não será possível evoluir os campeões individualmente, em vez disso, o jogador irá evoluir seu quartel, e os campeões terão o mesmo nível do quartel.
Isso permitirá que o jogador tenha todos os heróis acessíveis em nível alto para montar o time que quiser sem precisar ficar resentando nem fazendo malabarismos burocráticos pra explorar os pontos fracos dos adversários.
Nós sabemos que em outros jogos a escolha de evoluir mais um herói do que outro pode ser um fator estratégico interessante, e vamos manter essa possibilidade graças ao sistema de Talentos que irei apresentar pra vocês em um outro post, aguardem.
Além do nível, o Ranking também determinará a força dos Campeões. Em outros jogos vocês podem estar acostumados com o sistema de Ascenção, pois o Ranking é um sistema parecido, porém com algumas particularidades.

Sistema de Rankings e Eficiência

Cada herói possui um Ranking que varia entre:
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Cada Ranking possui uma Eficiência que varia de 0% a 100%.
O Ranking e a Eficiência aumentam os atributos básicos do herói, que são o poder de ataque, defesa e pontos de vida. Quanto maior o Ranking e Eficiência, mais atributos o herói possui.
Para aumentar a Eficiência é necessário sacrificar outros campeões até ela chegar em 100%, quando a Eficiência chega em 100% é necessário sacrificar uma cópia idêntica do campeão de mesmo Ranking para ele ser promovido para o próximo Ranking (para promoção não importa a Eficiência do campeão sacrificado, apenas o Ranking).
Regras de aprimoramento da Eficiência:
Aprendiz (+0% nos status base):
  • Sacrificar outro aprendiz aumenta bastante a Eficiência
  • Cada 1% de eficiência aumenta os status base em 0.25%
Amador (+50% nos status base):
  • Sacrificar outro aprendiz aumenta um pouco a Eficiência
  • Sacrificar outro amador aumenta bastante a Eficiência
  • Cada 1% de eficiência aumenta os status base em 0.25%
Profissional (+100% nos status base):
  • Sacrificar outro amador aumenta um pouco a Eficiência
  • Sacrificar outro profissional aumenta bastante a Eficiência
  • Cada 1% de eficiência aumenta os status base em 0.25%
Veterano (+150% nos status base):
  • Sacrificar outro profissional aumenta um pouco a Eficiência
  • Sacrificar outro veterano aumenta bastante a Eficiência
  • Cada 1% de eficiência aumenta os status base em 0.25%
Supremo (+200% nos status base):
  • Sacrificar outro Supremo aumenta um pouco a Eficiência
  • Cada 1% de eficiência aumenta os status base em 1%
O Ranking máximo do jogo no lançamento será Supremo 100% onde o herói terá +300% nos status base.
OBS: Esses valores e nomenclaturas ainda podem sofrer alterações até o lançamento

Curvas de Poder

Após todo esse estudo e análise, elaboramos a seguinte fórmula matemática que irá determinar a força do campeão em cada nível do jogo, representamos a fórmula com o seguinte gráfico:
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O Eixo horizontal representa o nível do Campeão e o Vertical representa o seu poder.
Essa fórmula permitirá que mesmo Campeões mais fracos consigam explorar as fraquezas de campeões mais fortes, possibilitando que a estratégia do jogador se sobressaia aos atributos.
Estamos ansiosos pra ver isso funcionando na prática, e obviamente, podemos precisar fazer ajustes até o lançamento do jogo, mas por hora esse foi o resultado do planejamento que fizemos nessa semana e estamos bastante felizes com os testes que realizamos.

Fórmulas de Farm AFK

Farm dentro do capítulo:

A medida que o jogador avança pelo mapa da Jornada, ele tomará o controle de pontos de interesse que irão aumentar seu Farm AFK em determinado recurso:

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Os pontos de interesse estarão separados por caminhos diferentes, e poderão liberar minas de ouro, zonas de batalha, minas de cristais e outros recursos que serão importantes para a evolução dos edifícios do jogador.
Escolher qual caminho seguir irá impactar na velocidade de produção de cada tipo de recurso, se você estiver precisando de ouro, poderá optar em ir pelo caminho com mais minas de ouro, e assim você terá um controle maior do Farm de recurso que mais precisa.

Farm após completar o capítulo:

Após completar um capítlo da jornada, o jogador tomará o controle do império daquele capítulo, assim poderá escolher um Campeão para ficar de General daquele Império:

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Cada Campeão terá uma profissão, e a profissão do General que você escolher para ficar em determinado império concederá um bônus em determinado recurso produzido ali. Por exemplo, se você colocar um campeão com a profissão “Ourives” como general de um Império, todo a produção de Ouro daquele império receberá um bônus.

Curvas de Evolução

Após todo esse estudo e análise, elaboramos a seguinte fórmula matemática que irá determinar o tempo médio necessário para evoluir o quartel do jogador, representamos a fórmula com o seguinte gráfico:
https://preview.redd.it/sfeq6bum62d51.png?width=1232&format=png&auto=webp&s=1bfdbe87842b87b42abc3635b5cedf734f4bef18
O eixo horizontal representa a quantidade de dias jogados e o vertical o nível médio alcançado.
Percebam que nos primeiros dias de jogo será muito fácil subir de nível, mas a medida que você vai evoluindo vai ficando cada vez mais difícil subir de nível. Isso é uma fórmula clássica presente em todos os RPGs, o nosso trabalho aqui foi o de adaptar esses números para o nosso jogo.

Conclusão

Esperamos que vocês tenham gostado do que viram até aqui, e sintam-se a vontade para nos procurar em nossas redes sociais e grupos para tirar dúvidas ou trazer sugestões.
Fiquem de olho para as novidades que estão por vir ;)

Autor: Ivan Miranda
Revisão: Henrique Camêllo
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Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 2

Depois de minha improdutiva fase inicial de estudos, comecei a fazer cursinho de algumas matérias em setembro (algumas começaram em outubro, pois eram em outro cursinho). Português, Direito e Redação Português foram muito boas (ainda que eu não considere o cursinho de Direito indispensável para a primeira fase, por melhor que ele seja).
Português foi muito bom porque o professor conhece muito a prova e a banca do Cespe, então não nos ensinou nada que não fosse indispensável para a prova. Ainda que eu já soubesse muita coisa de Português (pois me lembrava de muita coisa do ensino médio) e tivesse uma Gramática que poderia haver me ajudado com os estudos, achei fundamental o curso com esse professor porque, por conhecer muito bem a prova, ele é capaz de ensinar, exatamente, o que a banca espera como gabarito para questões de certo tipo e qual é a “jurisprudência” do Cespe em questões relativas a algunos tópicos que são, frequentemente, controversos para os principais gramáticos. Estudei apenas por minhas notas de aula e pelos exercícios desse professor. O professor é o Luis Ladeira, que dá aulas em Brasília (e em um curso online também). Não vou fazer propaganda do cursinho, porque acho que o mérito é todo do Luis. Pesquise no Google que você acha. Direito, como eu disse, foi muito bom, mas não acho seja indispensável para a primeira fase. Boas recomendações de leitura podem dar conta do recado perfeitamente. Redação Português é, indiscutivelmente, essencial. Não vou me estender no assunto, pois trato desse tema em outras partes deste documento.
As duas outras matérias que fiz mas não gostei foram porque achei o professor ruim mesmo, ou porque, apesar de não parecer ruim, acabou atrapalhando mais do que ajudando. Em comum, essas matérias que não valeram a pena tinham bibliografia recomendada ruim ou péssima, o que me deixou com a dúvida: o que estudar para as demais matérias agora?
Todos os anos, para quem não sabe, a banca organizadora do concurso publica, além do edital, um Guia de Estudos (que sai, normalmente, após a publicação do edital), que contém duas coisas principais: a relação exaustiva dos conteúdos exigidos no concurso e a seleção das melhores respostas da segunda e da terceira fases, escolhidas entre as respostas dos aprovados no concurso anterior10. O termo “exaustiva” é usado no sentido contr|rio ao de “meramente exemplificativa”, ou seja, o que não está no Guia de Estudos não será objeto de cobrança do concurso, simples assim.
Quando percebi que meus estudos iniciais estavam caminhando a passos lentos, cheguei à conclusão de que era necessário reformular minha estratégia de estudos, e a primeira coisa que fiz foi imprimir a relação dos conteúdos exigidos no concurso do ano anterior e colar na parede, na frente de minha mesa de estudos (como o Guia de Estudos do concurso de 2011 só foi publicado no fim de janeiro, ative-me, inicialmente, aos conteúdos do Guia de 2010; quando o Guia de 2011 foi publicado, imprimi-o e passei a seguir os conteúdos por ele). À medida que eu estudava um tópico, riscava-o na lista. Achei válido isso porque, ao mesmo tempo em que motivava, por eu perceber que os estudos estavam rendendo e avançando, também era um estímulo para não perder tempo como já havia perdido anteriormente, com o risco de não conseguir terminar todos os tópicos antes do concurso. É claro que alguns conteúdos foram vistos com mais rapidez que outros, mas consegui estudar ao menos alguma coisa de cada tópico até cerca de três semanas antes da primeira fase, quando comecei minha maratona de revisão (algumas matérias que eu já sabia, como Português, Inglês e muita coisa de Economia, eu nem estudei, acho que isso me ajudou a ganhar algum tempo; de qualquer forma, corri com os estudos de muitos itens, para conseguir cumprir os prazos que eu havia estabelecido, e alguns tópicos foram vistos em poucos minutos).
O fundamental, além de seguir o Guia de Estudos à risca, é estudar todas as matérias de maneira bem distribuída. Claro que, se você tem mais dificuldades em Economia, por exemplo, deverá gastar mais tempo com essa matéria, mas não se esqueça das demais. Além disso, não é porque uma matéria tem peso menor que outras na primeira fase (como História do Brasil em relação a História Mundial, por exemplo) que você deve deixá-la de lado. Lembre-se de que boa parte dessas matérias (entre elas, História do Brasil) será cobrada novamente, na terceira fase, com peso igual ao das demais. Tentar recuperar o tempo perdido para a terceira fase em matérias mais exigentes, como História do Brasil e Política Internacional, por exemplo, pode ser catastrófico, se você não tiver as orientações adequadas. Se não der tempo mesmo e você tiver de escolher uma matéria para não estudar nada para a primeira fase, aí, sim, acho que vale a pena considerar descartar as matérias de menor peso relativo na primeira fase (conheço gente que fez a primeira fase sem abrir nenhum livro de Geografia e, ainda assim, acertou boa parte das questões da matéria e conseguiu passar para a segunda fase).
10 Até 2010, havia, ainda, uma seleção enorme de bibliografias recomendadas, mas a banca organizadora, sem motivo declarado, resolveu suprimir toda a indicação de bibliografia no Guia de Estudos de 2011.
Já vi muitos falando que fizeram grades horárias determinadas, que toda segunda-feira, das x às y horas, estudavam tal matéria, mas isso não serve para mim, e tive de lidar com isso. Senti que meus estudos começaram a render quando comecei a tentar programar meus estudos não por horários, mas por leituras, mas sem muitas regras rígidas. Fiz uma planilha em que listei tudo o que eu pretendia ler (sempre acrescentava algumas coisas nessa lista). Dessa relação de leituras, eu selecionava, no fim de semana, o que leria na semana seguinte. Se visse que não daria conta, apertava o passo e tentava recuperar o tempo perdido, o que nem sempre conseguia. Se acabasse tudo antes de a semana terminar (raridade), não me dava descanso, continuava lendo o que estava reservado para as semanas seguintes. Não segui à risca tudo o que eu havia programado. Às vezes, rendia mais estudando uma matéria só por três dias seguidos; outras vezes, estudava três ou quatro matérias em um dia só. Dependia muito do dia, da matéria, da leitura etc. Nessa situação, percebi que o que valeria mais a pena seria continuar esse esquema, atendo-me ao Guia de Estudos e às provas anteriores, e aí começaram meus tempos áureos de estudos.
Mais importante para mim que qualquer planejamento ou disciplina com horários fixos foi, sem dúvidas, estudar pelas provas antigas. Estudar como? Comecei com as provas de primeira fase. Fiz todas as provas de 2003 a 2010. Não tive metodologia preferida (fazer tudo de uma vez só, fazer de dez em dez questões etc.), não senti que isso tenha afetado o rendimento. O mais importante era, depois de fazer a prova, corrigi-la item por item. Isso não significa só ver o que você acertou e o que errou, ou estudar só o que errou. É claro que, às vezes, ficamos um pouco na dúvida e marcamos um item um pouco contrariados, mas acabamos acertando. Para essas situações, é muito útil, também, estudar aquilo que acertamos. Assim, corrigi todas as provas item por item. Se não entendia o gabarito, ou discordava dele, procurava na bibliografia da matéria ou na internet. A propósito, na página http://www.questoesdeconcursos.com.br, há todas as questões das provas da primeira fase de 2003 a 2011 com gabarito (todas as provas est~o disponíveis para download no “REL UnB”). N~o sugiro que você faça as provas no “Questões de Concursos”, apenas confira os eventuais comentários acerca dos itens das questões (há um limite de resolução diária na modalidade gratuita). Muitas das minhas dúvidas foram respondidas por lá. No fim das contas, depois de estudar todos os itens das provas (fazendo as devidas anotações, porque ler sem anotar equivale a não ler, em meu caso), passava à prova seguinte. Fiz isso com todas as provas. Quando terminei, voltei e refiz tudo. É claro que continuei errando uma coisa ou outra, e o ritual repetia-se: voltava a revisar os itens da prova, anotava alguns tópicos da matéria correspondente etc. Às vésperas da primeira fase, usei essas anotações como parte da revisão. Bastantes itens aparecem de novo, com outra “cara”. Por isso, acho fundamental estudar pelas provas antigas.
Falemos, agora, de resumos e de fichamentos. Uso os dois termos como sinônimos mesmo. Já aviso que fazer resumos ou fichamentos é uma coisa muito pessoal: uns gostam, outros não. Se você não gosta, isso não significa que seja bom ou ruim (já vi várias pessoas que passaram e disseram que fizeram ou que não fizeram fichamentos). O objetivo de meus fichamentos é compilar as principais informações de um texto para revisão futura. Lendo um texto uma única vez, não gravo muito do que deveria, por isso usei fichamentos. Não acho que seja a hora de tentar escrever com minhas próprias palavras, de não copiar o autor, de tentar sintetizar as principais ideias, de nada disso. Para mim, os fichamentos são cópias literais das frases e das informações mais importantes do livro. Dessa maneira, os fichamentos ficam enormes (alguns, como o do Amado Cervo, com mais de 50 páginas digitadas), e é esse meu objetivo. Um dos principais problemas do CACD é a grande quantidade de informação que você tem de guardar e de ser capaz de acessar em curto espaço de tempo. Como eu não gravo muita coisa da primeira vez que leio, minha intenção, ao fazer fichamentos, é, justamente, servir de referência para futuras revisões. Depois de fazer um fichamento, jamais voltarei a ler aquele livro novamente, então o objetivo era conter o máximo de informação relevante possível no fichamento. Assim, nas vésperas das provas, eu estudaria apenas pelos fichamentos, e foi o que mais deu certo para mim.
Não tenho técnica para fazer os fichamentos, apesar de já haver lido diversas sugestões a respeito. O que faço é ler o livro com o computador aberto e digitar tudo o que eu achar importante, enquanto vou lendo mesmo. Talvez você ache: mas assim eu não vou entender ou aprender muita coisa, já que interrompo toda hora, para digitar. O intuito, entretanto, não é aprender, é resumir. Aprender, decorar ou o que quer que seja eu só faria posteriormente, quando fosse revisar os conteúdos. Logo, não aprender direito durante a escrita do fichamento não é um problema, é parte prevista do processo. Aprender, de fato, fica para mais tarde. Sei que muitos não gostam disso, mas foi a metodologia que escolhi. Já vi gente que, ao invés de fazer fichamentos, prefere ler grifando e fazendo anotações nas margens. Depois, é só retomar o que grifou/anotou. Cada um deve escolher o que preferir. Eu preferi os fichamentos porque achava mais fácil e mais organizado (já que nem todos os livros que li eram meus, eu não poderia grifar e anotar em todos eles; além disso, acho os fichamentos uma maneira mais fácil de revisão, para não ter de voltar livro por livro, conferindo o que grifei/anotei).
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Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 4

Há três tipos de candidatos no CACD: os que sabem muito, os que sabem um pouco e os preguiçosos. Os aprovados vêm, sempre, de um dos dois grupos iniciais (ainda que muita gente desses dois grupos fique de fora, por motivos óbvios de limite de vagas). Os preguiçosos não passam pelo simples motivo de que mesmo uma metodologia de estudos mais objetiva e pragmática, como a que eu indicarei a seguir, n~o tem o objetivo de “levar com a barriga”. Mesmo se você fizer cursinho de todas as matérias e ler todos os textos e livros recomendados, há grande possibilidade de não passar por outra razão também muito simples: o que mais importa é o estudo individual. Sozinho, o cursinho não aprova ninguém. Não ache que só fazer o cursinho adiantará muita coisa. Veja como os cursinhos são lotados e quantos candidatos passam por ali, todos os anos. De todos esses, apenas uma parcela pequena é aprovada, e, sem dúvida, você não encontrará preguiçosos nessa parcela. “Ah, mas eu conheço Fulano que passou, sem estudar muito”. Tudo bem, mas não estudar muito não é sinônimo de ser preguiçoso. Preguiçoso é quem acha que fazer o mínimo já está de bom tamanho, e não está.
Para ser aprovado, saber é importante, mas mostrar que sabe é fundamental. Eu disse que passam dois tipos de candidatos, os que sabem muito e os que sabem um pouco, porque só saber algo também não significa nada. Uma pessoa que soubesse todas as matérias do concurso de cor poderia não ser aprovada, e um sujeito que estudou um pouco de cada coisa pode passar. Para a primeira fase, não há muito segredo. O estilo do Cespe é cruel, e sei que muita gente boa fica de fora, mas são as regras do jogo. Infelizmente, não há melhor estratégia que estudar bastante e resolver provas anteriores. Nas provas discursivas do CACD, o que faz a diferença é sua capacidade de demonstrar conhecimento (mesmo que você não o tenha). Em algumas questões da terceira fase, por exemplo, você para e pensa: “o que é isso? Por onde vou começar? Nunca ouvi falar disso”. É nessas horas que a diferença entre o que você sabe e o que você consegue transmitir importa muito. A forma de apresentação das respostas, a sequência lógica de ideias, sua argumentação, tudo isso pode ser mais importante que o conteúdo que você está transmitindo. Muitos podem achar que isso significa que você tem de “escrever difícil”, o que n~o tem nada a ver. Um texto bom e claro n~o tem de ser difícil de ler e cheio de expressões “eruditas”, pelo contrário. O que, realmente, faz a diferença e garante a aprovação, de acordo com meu ponto de vista, é sua capacidade de demonstrar conhecimento, mesmo que você não o tenha, de maneira clara e sintética. Para isso, há estratégias distintas em cada uma das fases do concurso, o que será detalhado a seguir.
Depois de ser aprovado na primeira fase, você tem muito pouco tempo de estudo até a segunda, o que faz essencial começar a preparação para a prova de Redação o quanto antes possível (assim que você conferir o gabarito provisório e perceber que está próximo à média estimada para aprovação, normalmente acima de 60%, comece sua preparação). Não invente de ler todos os livros clássicos da literatura brasileira nesse período curto de preparação. Seja pragmático: a essa altura do campeonato, acho que apenas apostilas ou livros de ensino médio de Literatura e o Introdução ao Brasil: um Banquete nos Trópicos (Lourenço Dantas Mota) podem valer a pena. Não li nenhum livro da bibliografia antiga (Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e companhia), só estudei pelos livros indicados acima. Mais detalhes serão dados na Parte IV. Na segunda fase, uma das coisas mais importantes é não errar gramática. Atenção aos três erros mais comuns dos alunos no cursinho preparatório para a segunda fase: regência (incluindo uso do acento grave), colocação pronominal e pontuação (especialmente a vírgula). Para isso, faça todos os exercícios propostos no cursinho preparatório (por mais chatas que sejam as propostas), veja o máximo de espelhos antigos que conseguir (não consegui quase nenhum, apenas alguns muito antigos, que não serviram para muita coisa; de preferência, veja espelhos com vários erros, para você aprender o que não deve repetir).
Aproveitando o assunto “espelhos de prova”, minha opini~o é que s~o muito úteis para as provas de idiomas: Redação/Português, Inglês, Espanhol e Francês. Para as demais provas, acho bastante inúteis. Em primeiro lugar, nas provas discursivas de Política Internacional, de História do Brasil, de Geografia, de Direito e de Economia, não há nenhuma marcação feita pela banca corretora. Assim você não sabe o que está certo e o que não está, o que foi valorizado pela banca e o que foi apenado, nada disso. Para essas matérias, muito mais úteis que os espelhos de prova são as respostas selecionadas nos Guias de Estudos publicados anualmente pelo IRBr (todos os Guias de Estudos, desde o de 1996, est~o disponíveis na p|gina do “REL UnB” (http://relunb.wordpress.com). As respostas selecionadas são aquelas que corresponderam ao que a banca julgou ser a melhor resposta fornecida à questão por um dos candidatos aprovados. Assim, você saberá o estilo de escrita, a organização e os argumentos preferidos da banca corretora. Minha recomendação quanto aos Guias de Estudos é: leia, estude e faça um fichamento de todos os guias mais recentes (antes de 2003 não é tão importante, mas pode valer a pena passar o olho nas questões, pelo menos). Esse fichamento será muito útil nos estudos de revisão para a terceira fase. Para a prova de Redação, é evidente que não é necessário fichar as respostas, mas ter uma noção dos conteúdos cobrados pode ser importante. Na segunda fase de 2011, havia uma questão sobre preconceito racial. Como eu me lembrava de haver visto, na prova de segunda fase de 2010, uma quest~o sobre o “equilíbrio de antagonismos” em Gilberto Freyre, adicionei essa referência em meu texto, o que parece ter agradado a banca, já que foi minha melhor nota de texto (fiquei com 18,07/20 nesse exercício – 10/10 em Gramática e 8,07/10 em Texto). O espelho de minha prova de Redação está disponível no “REL UnB”, indicado anteriormente.
Depois que você fizer a segunda fase, terá muito tempo até o resultado provisório, e é fundamental não esperar o resultado final da segunda. Comece a estudar para a terceira fase no dia seguinte à prova de Redação, como se já houvesse passado. É claro que muitos ficam ansiosos com a expectativa do resultado da segunda fase, mas não há mais nada que você possa fazer para essa etapa. As provas já estão nas mãos da banca, o que você precisa e deve fazer é procurar voltar toda a atenção para os estudos das matérias da terceira fase (e da quarta também, obviamente). Deixar para estudar só depois do resultado da segunda fase é enorme perda de tempo. Mesmo que você não seja aprovado, já adiantará os estudos para o concurso seguinte. Conhecimento nunca é perdido.
Passada a segunda fase, acelere o ritmo ainda mais. É muito cansativo e desgastante, mas, depois que a terceira fase começa, o tempo voa. Dividi meus estudos para a terceira fase em dois períodos: até uma semana antes do primeiro fim de semana de provas, continuei sistematizando meus fichamentos, buscando dados mais atuais de Geografia e de Política Internacional, fazendo os últimos fichamentos dos Guias de Estudos antigos etc.; na segunda-feira da semana da primeira prova, comecei a revisão das matérias daquela semana. A seguir, vou dar mais detalhes de minha preparação ao longo das semanas de terceira fase, mas, antes de tudo, deixo claro que a ordem das provas pode mudar de um ano para outro (o que acontece frequentemente).
Nosso primeiro fim de semana de provas era História do Brasil no sábado e Inglês no domingo. De segunda a sexta-feira, estudei apenas História do Brasil dia, tarde e noite. No sábado, após a prova de História do Brasil (todas as provas da terceira fase foram das 9h às 13h), almocei e estudei um pouco de Inglês (apenas revisei alguns exercícios que havia feito no curso preparatório para a terceira fase e gravei algumas palavras e expressões úteis para a redação). Inglês é um conhecimento de mais longo prazo, não senti necessidade de estudar durante a semana. Foquei só em História do Brasil mesmo.
O segundo fim de semana de provas foi de Geografia e de Política Internacional. Como Geografia é bem menos conteúdo, comecei a semana alternando as matérias, com Geografia na parte da manhã e Política Internacional à tarde e à noite. Na terça-feira, percebi que isso não ia dar certo, pois era muita coisa de Política Internacional, então deixei quarta e quinta-feira só para PI, e a sexta-feira foi só de Geografia. No sábado, naturalmente, estudei PI à tarde e à noite.
O terceiro fim de semana de provas foi de Direito e de Economia, somados às duas provas da quarta fase. Como tenho facilidade com Economia, estudei só Direito de segunda a sexta-feira. No sábado, após a prova de Direito, estudei apenas a parte de Economia Brasileira. Espanhol e Francês eu revisei apenas algumas poucas notas do caderno no domingo mesmo, entre a prova de Economia e as provas de línguas.
Nas semanas de revisão, acho que foi fundamental, em primeiro lugar, esquecer a possibilidade de ler qualquer livro novo ou coisa parecida. Eu já estava com todos os fichamentos de livros e de artigos que queria fazer prontos e passei a semana inteira lendo-os exaustivamente, grifando, decorando, revisando os fichamentos dos Guias de Estudos etc. Li artigos novos na semana da prova, sim, porque eu sabia que eram indispensáveis (e todos os que li o foram; li apenas para História do Brasil e Direito, e eles estão indicados na Parte IV), mas ler livros inteiros ou artigos que você acha que podem ser úteis pode ser enorme prejuízo.
Imprimi todos os fichamentos de livros e de artigos que eu tinha e fiz uma apostila enorme que eu carregava para todo lado. Nos dias das provas, lá estava eu com a apostila de fichamentos, lendo até o último segundo antes do início da prova.
Na realização das provas de terceira fase, acho que, em meu caso, duas coisas foram importantes para um resultado positivo: fazer letra pequena e escrever até a última linha, em todas as questões. Ainda que você não dê conta de tudo o que a questão exigia, é mais provável ter alguma coisa ali que salve. Todo mundo está cansado de saber que prova discursiva não mede, necessariamente, quem sabe mais, mas quem, além de saber alguma coisa, faz prova melhor (ou seja, quem sabe demonstrar conhecimento, ainda que não o tenha). Para isso, não há segredo. Vou insistir mais uma vez quanto à letra. Faça letra pequena na terceira fase11! Não precisa ser aquela coisa mínima que ninguém consegue ler, é óbvio, mas não faça letra grande (minha média é de 10-13 palavras por linha, acho que é um tanto razoável; menos de 10 pode ser preocupante). Você pode falar bastante coisa que não tem muito a ver com a pergunta, mas, pelo menos, o corretor verá que há muita informação ali. Lembre-se de que a forma é algo muito importante na terceira fase, tão ou mais importante que o conteúdo. Por isso, não adianta muito só responder a pergunta diretamente. Exemplificar, fazer correlações, mostrar conhecimento é, sem dúvida, muito importante.
Se você ficar nervoso na hora da prova, não sei no que posso ajudar nesse sentido, pois sou bem calmo, não sei o que é ficar nervoso antes de prova, faço-as na mesma tranquilidade que as faria se fossem em minha casa. De todo modo, acho que, se o nervosismo bater, o melhor pode ser pedir para beber água ou para ir ao banheiro, respirar fundo e essas coisas todas que eu não sei se funcionam de verdade, mas tome cuidado com o tempo. Muitos candidatos têm de fazer conclusões apressadas, pois o tempo pode ser escasso. Ao contrário do que muitos falaram, entretanto, tive tempo de sobra em todas as provas da terceira fase, mas reconheço que alguns gastam mais tempo, então cuidado com o relógio.
📷Uma coisa para a qual o cursinho preparatório para a terceira fase foi muito útil foi, especialmente, nas matérias de Política Internacional e de Direito. Os professores Paulo Afonso e Tanguy (PI), do Rio de Janeiro, e Ricardo Victalino (Direito), de São Paulo, deram dicas e palestras fantásticas, aproveitei muito do que me falaram, para responder as questões da terceira fase, ainda que indiretamente. Em Política Internacional, conceitos básicos sobre a política externa brasileira atual e as relações do Brasil com a Argentina e com a China, por exemplo, foram fundamentais em três das quatro questões da terceira fase. Em Direito, algumas considerações a respeito das teorias do Estado Constitucional Cooperativo, de Peter Häberle, e do Constitucionalismo Global, de J. J. Gomes Canotilho, foram muito úteis em duas questões da terceira fase (no “REL UnB”, h| alguns artigos sobre essas teorias). Além disso, o Ricardo também sugeriu um artigo excelente, que me foi muito útil para outra questão da terceira fase, que envolvia o Órgão de Apelação da OMC (artigo: Efetividade do Orgao de Soluçao de Controversias da OMC: uma analise sobre seus doze primeiros anos de existencia e das propostas para seu aperfeiçoamento "de Marcelo Dias Varella – foi esse o artigo que, como mencionei anteriormente, li na semana da prova; eu tinha certeza de que seria importante, logo não foi perda de tempo). Nas demais matérias, muita coisa foi útil também (o professor de Economia Daniel Sousa, do Rio de Janeiro, chegou a “acertar” duas questões da prova; o professor de História do Brasil, João Daniel, também havia dado aula sobre todo o conteúdo da primeira questão da prova da terceira fase, além de algumas considerações sobre parte da segunda questão; o professor de Geografia, Thiago, também “acertou” uma questão que resolvi só com base na aula dele e ganhei pontuação integral nela)12.
11 Na terceira fase, só não é necessário na prova de Inglês.
12 Os professores do Rio de Janeiro e de São Paulo a que me referi nesse parágrafo deram aulas e palestras (presenciais ou telepresenciais) no cursinho em Brasília.
Apesar de todos esses aspectos positivos, acho que é fundamental dizer, e os próprios professores dizem isso nas aulas, que cursinho para a terceira fase não é santo milagreiro. Isso significa dizer que, ainda que acertem alguns conteúdos que serão cobrados nas provas, alguma coisa acabará passando, o que implica o fato de que a maior parcela de responsabilidade com relação aos estudos para a terceira fase está com os próprios candidatos. Além disso, mesmo quando acertam o conteúdo das questões, isso pode não significar muita coisa, já que é necessário, também, que os candidatos saibam expressar o que aprenderam de maneira clara e objetiva, nos moldes apreciados pela banca. Algum tempo antes do concurso, eu tinha a ilusão de que o cursinho de terceira fase seria o remédio para todos os males, mas sinto desapontar aqueles que também achavam isso. É importante? Sem sombra de dúvida, sem o cursinho para a terceira fase, meu rendimento teria sido bem abaixo do que foi, talvez nem fosse aprovado. De todo modo, só cursinho não aprova ninguém. A maior parte da responsabilidade pelos estudos está, em qualquer fase do concurso, com você. É exatamente por isso que julgo primordial saber estudar (o que implica saber como e o quê estudar).
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Post de Hugo Studart no Facebook sobre quem está por trás da campanha "Globolixo"

Pessoal, eu vim aqui trazer o texto que Hugo Studart publicou em seu perfil do Facebook. Não dava para fazer print, pois estou no smartphone, nem pude linkar o post. Segue a copia:
**Caros amigos engajados na campanha contra a Globo: alerto que vocês podem estar sendo usados como inocentes úteis para entregar a hegemonia da Comunicação e da política para o bispo Edir Macedo. Explico:
1) A Globo é uma herança do regime militar, nascida em 1965, uma concessão do marechal Castelo Branco. Por 20 anos, a Globo serviu como porta voz dos generais, inclusive no período da ditadura descarada, 69-76.
2) Hoje a Globo pertence ao Bradesco. O percentual de participação do banco é informação secreta, poucos sabem. Mas é segredo de Polichinelo no mercado que a participação do banco é extremamente forte, talvez até mesmo majoritária. Ademais, há uma teia de interesses econômicos e políticos em todos os Estados: Sarney no Maranhão, Sirotsky no Sul, ACM Neto na Bahia... e por aí vai.
3) A Globo já nasceu sob suspeição de também ser um braço dos interesses americanos no Brasil por ter firmado acordo com o grupo Time-Life. Carlos Lacerda foi quem primeiro denunciou o acordo; contudo, muito rápido, a bandeira foi tomada pelas esquerdas.
4) Desde seu nascimento até a chegada de Bolsonaro ao poder, ou seja, por mais de 50 anos, a Globo sempre foi o Grande Satã das esquerdas no Brasil. Durante a campanha das Diretas Já, as esquerdas criaram a palavra de ordem "o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo".
5) A Globo sempre teve por princípio ético ser chapa branca, ficar ao lado do governo, seja ele qual for. Roberto Marinho e seus filhos sempre tiveram "faro" para mudar de lado na hora certa. Assim, colocou-se ombro a ombro com todos os generais presidentes, com Tancredo e Sarney, com Collor, Itamar, Fernando Henrique e até com Lula e Dilma.
6) A Globo ficou de fato contra Bolsonaro na última eleição (Alckmin era o candidato in pectore). Como antes já havia ficado contra Collor e contra Lula -- mas depois se compôs com todos os presidentes vitoriosos.
7) A Globo precisa ficar de bem com o governo, seja ele qual for. Pois a rede nacional tem 127 emissoras próprias ou repetidoras, que estão sempre precisando de renovação da concessão do governo. Fora as emissoras de rádio.
8) Quando Bolsonaro venceu, a adesão foi instantânea. O Jornal Nacional mais parecia a Hora do Brasil tamanha a bajulação da Globo com Bolsonaro e com "Dona Michele". Mas Bolsonaro continuou distribuindo porrada na Globo como se ainda estivesse em campanha.
9) Um pouco antes da posse, a Globo entrou fundo no caso da rachadinha de Flavio Bolsonaro. Acredito que estivesse mostrando os dentes para tentar negociar um bom acordo de convivência. Estratégia usual na politica e no mercado.
10) Quando Bolsonaro tomou posse, a Globo tentou fazer um acordo de boa convivência usando como interlocutor o tal do Bebiano. Mas Carluxo, o Bolsokid-02, descobriu e denunciaram ao pai a conversa marcada entre Bebiano e um diretor da Globo. Foi considerado alta traição. Daí para frente, Bolsonaro só vem aumentando a guerra e vice-versa.
11) No início de 2019, apenas 4% do faturamento da Globo era originário dos governos federal e estaduais, somados. Portanto, não é verdade que a Globo se engajou contra Bolsonaro porque ele cortou as verbas de publicidade.
12) Todas as emissoras de televisão do planeta estão se derretendo por conta de uma série de fatores, como internet, smartphone, Netflix, YouTube, etc etc etc. Como a Globo é a maior do Brasil (e já foi a 4ª maior emissora do mundo), e tem custos altíssimos de produção para manter um padrão de qualidade top top internacional, a emissora está sentindo a crise mais forte. Como (quase) todas as demais, a Globo precisa se reinventar urgente.
13) A Record de Edir Macedo, o pastor mais honesto do Brasil, é a única que não precisa de anúncios privados ou dos governos para sobreviver. Pois o negócio do pastor é arrecadar dízimos nos cultos da seita. A Record tem uma dupla função nessa cadeia de negócios: 1) propaganda subliminar para estimular as doações para o bolso do Edir Macedo; 2) Lavar dinheiro do Edir Macedo.
14) Mas a Record precisa muito do apoio do governo para impedir fiscalizações da Receita e do Banco Central. Pois se fiscalizar, vai todo mundo preso. Por isso Edir Macedo se esforça para criar uma bancada parlamentar forte, que estará sempre (tal qual era a Globo) apoiando o antigo governo, o atual governo e o futuro governo, seja ele qual for.
15) Ahh, mas a Globo é de esquerda e só faz novelas e programas com a tal pauta "globalista". É a mais absoluta meia-verdade. Os donos (Marinhos, Bradesco e outros) e os diretores não são de direita nem de esquerda, são apenas de interesses econômicos e políticos.
16) Mas é verdade que o jornalismo e o núcleo de novelas são hegemonicamente de esquerda, como em qualquer outro veículo de comunicação (exceto Record). Até meados dos anos 80, o Partido Comunista Brasileiro PCB tinha núcleos de militantes extremamente fortes na Globo. A partir dos anos 90, o PT tomou a hegemonia. De qualquer forma, há muitos jornalistas e artistas liberais, conservadores ou de direita, tais quais Alexandre Garcia, Regina Duarte e Carlos Vereza (todos eles cresceram na Globo, mas já saíram). É uma questão de competência também organiza-los.
17) Essa guerra de Bolsonaro contra a Globo e vice versa é um jogo de perde perde. A publicidade do governo é irrelevante para o tamanho da Globo. Mas a campanha de Bolsonaro e seus seguidores contra a emissora decerto terá um efeito corrosivo devastador na credibilidade da emissora.
18) Como resultado, vai cair seu preço. O comprador que há muito está de olho é o mexicano Carlos Slim. Em questão de tempo, a maior e melhor empresa de Comunicação do Brasil deve escorregar para mãos estrangeiras e interesses globais.
19) Ainda como resultante, a Record deve ascender em prestígio, audiência e faturamento. Talvez até ultrapasse a Globo -- algo difícil, mas não impossível. E teremos no Congresso Nacional, Assembleias, prefeituras e governos estaduais, cada vez mais supostos pastores com mandato. Quem sabe, assim, um dia algum laranja de Edir Macedo venha a ascender ao Palácio do Planalto?
20) Em conclusão, se eu pudesse dar um conselho a Bolsonaro (que não escuta mais nem o Heleno), diria para arrumar algum acordo honroso com a Globo. E usava e abusava do padrão Globo de qualidade como parte de uma estratégia maior de ascensão das empresas e produtos brasileiros no mercado global. Faria como Castelo, Costa, Medice, Figueiredo, Sarney, etc: usaria a Globo.
(Hugo Studart) Sem revisão**
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Williams F1 admite possibilidade de ser vendida

A Williams publicou uma press release a expôr os resultados financeiros do grupo em 2019.
Os retornos monetários da equipa de F1 caíram de 130,7M£ para 95,4M£ durante a época de 2019.
A parceria com a ROKIT e a ROK Drinks foi terminada!
De forma a continuar a sobreviver, redefiniram a sua estratégia como empresa:
Como parte desta nova direcção estratégica, a administração da Williams está a proceder a uma revisão de todas as várias opções estratégicas à disposição da empresa. As opções consideradas incluem, entre outras, a obtenção de novos capitais para o negócio, a venda de uma parte minoritária da Williams ou a venda de uma parte maioritária da mesma, incluindo uma potencial venda de toda a empresa. Embora ainda não tenham sido tomadas decisões quanto à melhor solução, para facilitar as discussões com as partes interessadas, a empresa anuncia o início de um "processo de venda formal".
Embora a equipa tenha enfrentado uma série de desafios, a Williams continua actualmente financiada e pronta para retomar as corridas quando o calendário o permitir, em 2020. A administração da Williams acredita que a revisão estratégica e o processo de venda formal é a coisa certa e prudente a fazer, a fim de ter tempo a considerar uma gama completa de opções e colocar a equipa de Fórmula 1 na melhor posição possível para o futuro.
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Estudar para concurso público é solitário e despersonalizante às vezes

Só queria compartilhar em algum lugar como é tenso e um tanto despersonalizante estudar para concurso público. Meu foco é em um determinado cargo que terá 500 vagas abertas no começo do ano que vem, área policial. Como a área policial requer uma combinação de preparo físico com um conteúdo relativamente extenso, nos últimos 4 ou 5 meses eu praticamente só tenho estudado.
Eu não consigo me divertir sem me sentir culpado por não estar estudando, o que é uma sensação muito ruim. Eu posso passar duas semanas com uma carga horária de estudos alta direto e me sentir terrivelmente culpado e ansioso por ter ido assistir ao filme do Coringa no fim de semana, por exemplo.
Tenho visto cada vez menos meus amigos e familiares. No começo, minha esposa ficou meio brava, mas hoje ela me incentiva e faz o possível para me deixar estudar quando eu quero. Rolam algumas discussões, mas melhorou consideravelmente nesse sentido.
Feriadão, carnaval, folgas... todos esses períodos eu abri mão de viajar para estudar, também praticamente não zerei nenhum jogo de videogame, que é um dos meus hobbies favoritos. Ainda bem que correr faz parte do concurso e também e um hobby, senão eu estava fodido, rs.
Hoje eu me sinto muito bem preparado e sou visto pelos alunos do cursinho que frequento (faço um presencial aos sábados e um online do Estratégia de casa) como um dos melhores, mas mesmo assim me sinto extremamente inseguro. Uma das alunas lá é advogada, atleta e super focada. Ficamos bem amigos (é a pessoa com quem mais troco mensagens no whatsapp, rs) e rola uma espécie de rivalidade amiga ali. Meu foco é chegar no nível dela, mas ela tem um conhecimento absurdo.
Hoje, minha rotina é muito exigente.
Eu acordo às 5h da manhã, saio para correr às 5h20, corro cerca de 5/6km, vou para a academia, chego em casa às 7h. Me arrumo para ir para o trabalho até 7h30, fico estudando de 7h30 até 8h30 e vou para o trabalho.
Meu caminho para o trabalho são 20 minutos a pé até o metrô + o metrô. No caminho de 20 minutos a pé, vou escutando o áudio de matérias que já dei para fixação. No metrô, faço questões de prova.
Na hora do almoço, aproveito para fazer a revisão de algum conteúdo passado também em texto (geralmente penal ou português). Na volta para a casa, repito o processo do áudio na rua + metrô.
À noite, assim como às 7h30 da manhã, estudo alguma matéria nova ou que precise de mais atenção. Geralmente vou dormir umas 22h30.
Aos sábados, meu curso é o dia todo. Aos domingos, geralmente aproveito para pegar leve de manhã (correr, ir com a esposa na feira, dar uma volta de bicicleta) e depois estudo o dia todo. Vez em quando sigo essa rotina direto por umas duas ou três semanas, aí faço uma "pausa" tirando uns três dias de folga (geralmente pego domingo, segunda e terça sem estudar). Aí volto para o batente.
Como trabalho em uma multinacional, muitas vezes as demandas de lá quebram meus planos, o que me deixa com mais gás e vontade ainda de estudar. E me deixa nervoso também.
Nesse ritmo todo, tenho visto minha família muito pouco, especialmente minha mãe e meus sobrinhos. Dá uma sensação estranha de eu não ser eu mesmo, de eu ser apenas parte de um processo. É estranho colocar em palavras, mas é como se eu estivesse ausente de vontade, não tivesse qualquer liberdade ou tempo para mim mesmo.
E bate um desespero também. Esse cargo para o qual vou fazer prova abre concurso uma ver na vida outra na morte, o último foi há sete anos. Quando penso na possibilidade de não passar, dá um medo absurdo. De alguma reprovação no psicotécnico sem sentido, de torcer o pé no meio do TAF, de levar bomba na prova mesmo. Eu tiro o TAF com facilidade apesar de ser exigente, mas me sinto inseguro em relação a tudo.
E bate uma solidão porque às vezes sinto até a ausência de mim mesmo. Mas também bate uma determinação que me faz ligar o foda-se e seguir em frente. Hoje vou cehgar atrasado no trabalho só para postar esse desabafo, mas precisava deixá-lo em algum lugar.
Abraço e boa semana para todos
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Primeira Liga 2019/20, #2: Os Belenenses, SAD 0-2 SL Benfica

NEM O RELVADO PAROU O BENFICA!

Rematador, persistente e determinado, o Benfica rompeu a organização defensiva do Belenenses SAD e, com golos no segundo tempo (Rafa e Pizzi), venceu por 0-2 na deslocação ao Estádio Nacional. Duas jornadas da Liga NOS, dois triunfos, com sete golos marcados e zero sofridos.
Porque todos os minutos são preciosos, o Benfica, perante um Belenenses SAD com uma linha defensiva formada por cinco elementos, entrou na partida a evidenciar objetividade no ataque e sentido de baliza. Rafa, no minuto inicial do encontro, esgueirou-se pela esquerda e deu trabalho ao guarda-redes Koffi, que mergulhou no relvado para desfazer a potencial ocasião de golo.
Com Pizzi a criar e a (bem) servir o ataque, apesar do (mau) estado do relvado, Raul de Tomas, aos 7', recebeu o esférico na grande área e rematou para defesa de Koffi. Gerando uma segunda vaga imediata, o espanhol procurou a finalização de Seferovic, mas o camisola 14 das águias não conseguiu emendar para dentro da baliza belenense.
Ligando o meio-campo e o ataque, o Benfica dispôs de nova chance aos 18'. Rafa combinou com Pizzi no corredor central, correu e recebeu dentro da área, onde iludiu o guardião Koffi com um toque subtil. Apareceu, no entanto, Nuno Coelho a salvar o Belenenses SAD quase em cima da linha de baliza, repelindo o esférico de qualquer maneira para longe.
Rafa, a fazer um passe certeiro, esteve também em ação no lance que aos 22' quase terminava com a bola colada às malhas do Belenenses SAD, mas Raul de Tomas, de pé direito, errou o alvo por centímetros: o esférico passou a rasar o poste direito.
Um livre direto (a castigar falta de Kau sobre Rafa, cujas "diabruras" penalizaram os adversários com cinco cartões amarelos...) levou Grimaldo para excelente posição para visar a baliza adversária aos 36', mas o lateral-esquerdo do Benfica acertou primeiro na barreira e depois atirou por cima da trave.
O Benfica, sempre muito apoiado pelos milhares de adeptos nas bancadas, continuou a rondar as malhas guardadas por Koffi, e Rafa, aos 41', tentou o golo num toque vistoso no coração da área, depois de um cruzamento de Grimaldo a partir da esquerda. O esférico, no entanto, tomou a direção do guarda-redes da equipa da casa.
A fechar a etapa inicial, a única jogada em que o Belenenses SAD incomodou verdadeiramente a defensiva do Benfica: Kikas escapou pela zona central (Rúben Dias escorregou), mas Odysseas respondeu "presente" e, com muita competência, parou a tentativa de finalização do atacante dos azuis.
De uma aceleração de Rafa sobre a ala direita, seguida de cruzamento, resultou a primeira chance para o Benfica após o intervalo. Seferovic, na área, cabeceou sobre a barra (47').
Os encarnados foram pressionando para se adiantarem no marcador e alcançaram o seu objetivo aos 58': Rafa, descaído para a esquerda, porfiou, jogou curto com Pizzi (assistência) e, já dentro da área, perto da marca de penálti, rematou forte e colocado para o 0-1. O camisola 27 estreava-se assim a faturar na Liga NOS 2019/20.
O Benfica procurou reforçar a vantagem, perante um Belenenses SAD que deu luta e se esforçou para contrariar os intentos do campeão em título. Ainda assim, a equipa azul só num lance no segundo tempo (em que o pé direito de Nuno Tavares não afastou a bola da área) criou calafrios a Odysseas (79').
Contando já com Chiquinho nas elaborações ofensivas (rendeu Raul de Tomas aos 74'), o Benfica desenhou um lance perfeito aos 84' e marcou o 0-2, cabendo a conclusão a Seferovic. Porém, na revisão da jogada, o videoárbitro Carlos Xistra e o árbitro Fábio Veríssimo descortinaram um (muito duvidoso) fora de jogo de Seferovic e anularam o golo.
Em tempo de compensação (e ainda antes de Vinícius e Taarabt renderem Seferovic e Pizzi), as águias fabricaram o desejado 0-2, com Rafa na condução da ofensiva pela esquerda, derivando depois para o meio a fim de assistir Pizzi, que controlou e disparou cruzado com o pé direito, na área (90'+2').
Na ronda n.º 3 o Benfica volta ao Estádio da Luz para jogar o primeiro clássico da temporada, com receção ao FC Porto às 19h00 do dia 24 de agosto (sábado).

BRUNO LAGE: “SÓ UM GRANDE BENFICA PODIA PARAR ESTE BELENENSES”

No rescaldo da vitória frente ao Belenenses (0-2), Bruno Lage mostrou-se “satisfeito” com a exibição da equipa e olhou já para o Benfica-FC Porto do próximo sábado, recusando a ideia de que é um clássico decisivo.
Primeira parte de “enorme qualidade” e golos naturais na segunda
“Vou tocar num assunto, e só vou falar sobre isto porque vencemos. Se não tivéssemos vencido poderia soar a desculpa, mas esta relva dificulta muito a qualidade dos jogadores. Neste caso, de ambas as equipas. O Belenenses SAD tem uma excelente equipa. É um facto que temos melhores jogadores, mas hoje só um grande Benfica podia parar este Belenenses. Foi isso que fizemos, com uma primeira parte de enorme qualidade. Com uma forte pressão, condicionámos ao máximo aquilo que poderia ser um sistema habitual e com bola fomos inteligentes a procurar o corredor e os espaços certos para criar as várias oportunidades de golo.
“Na segunda parte, fizemos novamente uma boa entrada e, com alguma naturalidade, chegámos ao golo. Esse momento fica marcado por algum equilíbrio do Belenenses SAD que, entretanto, foi mudando a disposição do seu meio-campo, até que tentou arriscar mais, pressionar-nos mais à frente. A entrada do Chiquinho foi fundamental para criarmos aquela oportunidade de golo e voltarmos a marcar. O jogo aí ficou fechado. Ficamos muito satisfeitos com esta vitória, justa, com uma boa exibição da nossa parte.”
Chiquinho, o “craque”
“O Chiquinho é um craque. Ele faz muitas posições, mas o mais importante são as movimentações que ele faz. Deixa-me muito satisfeito ter um jogador com a sua qualidade na nossa equipa. É um jogador muito importante.”
Parelha Pizzi e Rafa
“Não é olhar apenas para dois jogadores. Os movimentos deles favorecem movimentos de outros que, por sua vez, também são favorecidos por movimentos de outros. Foi um jogo muito interessante. Entradas de rotura, quer de um lado quer do outro. É verdade que ambos estão em dois momentos de forma, marcam os dois golos... Estamos satisfeitos essencialmente por aquilo que fizemos em termos coletivos.”
“Por vezes, devido àquilo que é a dinâmica e, fundamentalmente, a estratégia, quem analisa o jogo apenas por aquilo que é a posição dos jogadores, fica com a ideia que não jogamos com alas. Hoje foi um bom jogo para se perceber que, quando devem dar largura ou quando têm de jogar como alas, eles também o sabem fazer.”
A dupla Seferovic-Raul de Tomas
“É sempre injusto fazer análises individuais, mas acho que podem combinar e foi visível isso hoje. É muito difícil que as coisas saiam de forma automática, por isso da mesma forma em que, em termos coletivos, estamos no processo de evolução, os jogadores também ainda se estão a conhecer, principalmente aqueles que entraram. Depois é tentar tirar partido daquilo que é também a sua forma de jogar: o Raul jogava de outra maneira; temos o Chiquinho que faz outro tipo de movimentos que também nos favorecem muito… O mais importante é termos soluções para dar resposta a cada jogo.”
“Os homens mais importantes para estarmos a zero são o Seferovic e o Raul de Tomas. Vejam o que eles correm para não sofrermos golos.”
Os centrais Ferro e Rúben Dias
“O meu irmão [Luís Nascimento] era o treinador deles nos Iniciados, ou seja, já jogam juntos há imenso tempo e isso favorece. O que importa realçar é a qualidade dos dois, mas a qualidade que temos nos quatro centrais – eles os dois, mais o nosso sargento Jardel e o Conti – dá-nos totais garantias para esse sector.”
Clássico decisivo?
“Decisivo o Benfica-FC Porto à 3.ª jornada? Nada é decisivo. Isto é um longo caminho.”
Benfica ou FC Porto, quem está mais forte?
“É difícil fazer essa análise porque ainda temos de melhorar o nosso jogo. Neste momento todas as equipas estão à procura da sua melhor forma. Cada jogo é um momento. Ambas as equipas vão ter tempo para trabalhar, para continuar a evoluir, dentro do jogo e dentro de campo, e nesse momento é que temos de dar a devida resposta do nosso valor e da nossa evolução. O que importa agora é olhar para o que fizemos de bom, para o que temos de melhorar. Saímos de um jogo e começamos a preparar o outro. Perceber como é que o FC Porto joga, as suas dinâmicas e depois prepararmo-nos da melhor maneira para continuarmos neste caminho. Daqui a uma semana, o FC Porto vai colocar-nos problemas completamente diferentes daqueles que nos colocou o Belenenses SAD. A resposta é em cada momento.”
Chegar ao clássico sem golos sofridos
“O importante é sair do jogo e entrar no outro – independentemente de ser com o FC Porto ou não – com esta dinâmica de vitória, sentir que a equipa está a evoluir e não sofrer golos. Foi o que fizemos com o terminar de uma época e entrar na outra. Foi aproveitar a nossa qualidade, a forma como terminámos o Campeonato, para que aquelas cinco semanas de férias não se notassem. Esse tinha de ser o nosso desafio. Independentemente de termos conquistado o Campeonato, tínhamos de ter uma entrada muito forte na época. Era isso que nos interessava.”
Poupança de André Almeida?
“Não estamos a poupar ninguém. Está a treinar bem, temos mais uma semana para evoluir. Quer o onze quer os suplentes são sempre escolhidos em função do jogo. Vejam porque é que o Caio [Lucas] hoje foi para o banco... Vejam o nosso primeiro golo contra o Chivas [na ICC]. O Belenenses SAD também joga com uma linha defensiva de cinco. Vejam o jogo e a importância dele. Se hoje precisasse de mexer no jogo, tinha o Caio no banco. Na semana passada, numa linha de quatro, preferi ter o Jota. As coisas são pensadas assim e é assim que penso o futebol.”

Coisas e Loisas

  • Intervalo: Belenenses SAD 0-0 Benfica. Raúl de Tomás na 1.ª parte: 25 ações com a bola (9.º da equipa); 1 ocasião clara de golo; 3 remates (1 à baliza); 14 passes (85% eficácia); Ganhou 33% dos 9 duelos e 33% dos 3 aéreos; 2 faltas cometidas; 6 perdas de bola;
  • 60' Belenenses SAD 0-1 Benfica. Rafa Silva após cinco remates (3 à baliza e 2 bloqueados) coloca o Benfica em vantagem; é o jogador mais rematador da partida. 93% eficácia de passe; 70% duelos ganhos (7); 3 recuperações de bola; Fez o 5.º golo frente ao Belenenses SAD;
  • 70' Belenenses SAD 0-1 Benfica. Rafa Silva abriu o marcador nas quatro das últimas cinco vezes que marcou pelo Benfica (Belenenses, Sporting, Rio Ave e Portimonense);
  • 90'+3 Belenenses SAD 0-2 Benfica. Pizzi está no seu melhor arranque de sempre da carreira: 3 jogos; 5 golos; 3 assistências; 1,66 golos/jogo; 2 bis;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Pizzi lidera a lista na Liga NOS 19/20: Melhor marcadores (3 golos); Mais assistências (2 assistências);
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Pizzi no jogo: 1 golo; 1 remate (100% eficácia); 5 passes de rutura [1.º no jogo]; 1 assistência; 6 cruzamentos (50% eficácia); 6 recuperações de bola; 1 tackle; 1 intercepção de bola;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Benfica não sofreu golos nos três primeiros jogos da época 2019/20, o melhor registo dos últimos cinco anos. Foi a 2.ª vez em 29 anos que este registo aconteceu na formação encarnada;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Foi a 10.ª vez na história das águias que o Benfica chegou aos três primeiros jogos da época sem golos sofridos: 1913/14; 1915/16; 1932/33; 1974/75; 1975/76; 1980/81 [4J - recorde do clube]; 1990/91; 2014/15; 2019/20;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Maiores diferenças de golos do Benfica nos três primeiros jogos da época: 1913/14 - 16 golos de diferença (16-0); 2019/20 - 12 golos de diferença (12-0); 1974/75 - 12 golos de diferença (12-0);
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Duas épocas depois o Benfica vence os três primeiros jogos da época. Foi apenas a 2.ª vez em 17 anos que as águias venceram os três primeiros jogos da época. Últimos 5 registos do clube: 2019/20; 2017/18; 2002/03; 1990/91; 1983/84;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Bruno Lage venceu todas as equipas que defrontou na Liga Portuguesa (95% de vitórias). Falta defrontar o Gil Vicente e o Famalicão. 21 Jogos; 20 Vitórias; 1 Empate (Belenenses SAD); 79 Golos marcados; 16 Golos sofridos; +63 Dif.;

Multimédia

Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o FC Porto na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 3.ª rodada da Primeira Liga 2019/20. Quais as perspetivas?

Relacionados

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[Votação] Rotina de conteúdo

Caros valirianos,
Gostaria de saber a opinião de vocês acerca do conteúdo semanal que esperam ver neste subreddit. É comum que comunidades criem rotinas para maximizar a troca de idéias. Mas eu não sei quais são os conteúdos que mais lhe interessam no momento e que vocês gostariam de ver semanalmente no /valiria.
Eu vou propor aqui alguns temas que vocês podem acabar se interessando. O objetivo dessa votação é escolher sete temas, um para cada dia da semana. O dia da semana de cada conteúdo será decidido em outra votação, mas vocês já podem sugerir os dias para seus conteúdos escolhidos.
Vocês também pode sugerir conteúdos fora das opções que eu apresentar, ou mesmo propor alterações no foco dessas opções. Vale ressaltar também que cada opções contém, em si, diversos tipos de abordagem para um mesmo conteúdo. Também é possível votar pela fusão de 2 ou mais tópicos em um único.
Fiquem atentos para a descrição de cada opção e façam as ressalvas que acharam necessárias quando estiverem votando (ex: "gosto da opção x, mas não acho interessante fazer X, Y e Z que estão na descrição").
Essa votação não significa que, nos dia acertados, só vai se falar de determinado tema. Basicamente, serve para saber que em determinado dia da semana haverá no /valiria ao menos um tópico novo sobre aquele "assunto do dia". Eu mesmo detesto me restringir a determinados assuntos.

Sem mais delongas, eis as minhas sugestões: [EDITADO COM CONTAGEM DE VOTOS]
1 - "PODCASTS": Resenha de episódios de um determinado podcast (tentando equilibrar podcasts em português e em outras línguas); sugestão de novos podcasts a serem seguidos; pequenas informações sobre como fazer seu próprio podcast. [4 votos]
2 - "TEORIAS FAMOSAS": resenha de 1 famosa teoria dos livros (até as loucas); comentário sobre pontos fracos e fortes. [4 votos]
3 - "SO SPAKE MARTIN": resenha de 1 ou mais SSMs; breves apontamentos sobre o que significam para os livros. [4 votos]
4 - "REBOBINA ASOIAF": Projeto de releitura de ler os livros de trás para frente; usaríamos a sinopse de um capítulo e discutiríamos o capítulo; não haveria a necessidade de efetivamente reler o capítulo. Portanto, seria mais ágil do que as releituras normais. [1 voto]
5 - "VALAR RELER": Um tópico normal de releitura; 4 capítulos por vez. [1 voto]
6 - "VENTOS DO INVERNO": Releitura de 1 dos capítulos liberados; discussão de teorias sobre o futuro. [3 votos]
7 - "COGUMELO": Um tópico semanal com memes, vídeos e paródias em geral. Material de fãs e da mídia.
8 - "GAME OF THRONES": Resenha de 1 episódio por semana; textos sobre impacto cultural; resenha sobre os "Inside the episode"; resenhas sobre "Histories & Lore".
9 - "HBO, SUA LOUCA": Atualizações sobre a produção das séries sucessoras (Bloodmoon e Dança dos Dragões); discussão sobre adaptação das histórias e elenco.
10 - "NÃO-ASOIAF": Releitura dos Contos de Dunk e Egg, O Mundo de Gelo e Fogo e Fogo & Sangue; discussão sobre teorias. [4 votos]
11 - "PERGUNTE QUALQUER COISA": Uma única oportunidade semanal para fazer perguntas de todo gênero. [2 votos]
12 - "YOUTUBE": Resenha de episódios de um determinado canal (em português ou em outras línguas); sugestão de novos canais. [2 votos]
13 - "NOTABLOG": Uma revisão dos conteúdos importantes no blog de GRRM; uso do guia criado por BryndenBFish para filtro de conteúdo importante. [2 votos]

Sugeridos por u/fabioassuncao:
14 - "PERSONAGENS": Sucinto perfil da personalidade de um personagem e dos pontos de virada; discussões sobre psicológico e arco narrativo; personagens POV ou muito centrais poderiam ter mais de tópico por semana. [3 votos]
15 - "SIMBOLOGIA": Resenha de 1 capítulo com grande potencial simbólico; análise de sua possível simbologia e correlação com outros temas explorados na literatura. [1 voto]
16 - "ÁRVORES GENEALÓGICAS": Análise das árvores genealógicas de famílias nobres grandes e pequenas de Westeros; análise de parentescos e seus significados para a trama dos livros e história dos reinos. [1 voto]
17 - "CASTELOS": Análise de um castelo por semana e suas possíveis inspirações em castelos do mundo real. [1 voto]
18 - "GUERRA": Análise de batalhas, movimentações táticas e de todo tipo de estratégia de combate; batalhas históricas e atuais em Westeros e Essos, na terra e no mar; paralelos com estratégia militar na história do mundo real. [1 voto]
19 - "O NORTE": Análise politico-econômicas do Norte de Westeros. [1 voto]

Pois bem, escolham sete ou façam sua sugestões e ressalvas.
submitted by altovaliriano to Valiria [link] [comments]

[Simulação] – Vale a pena assinar casas de análise?

Oi, pessoal!
Recentemente, pensei em assinar o serviço de uma casa de análise. Mas uma dúvida ficou: será mesmo que vale a pena assinar um serviço de análise para investir em ações? Eu vou sair no prejuízo?
Em vez de fazer projeções, fiz uma simulação com dados recomendados por casa de análise real, com cotações reais. Já vou avisando que, justamente por isso, vou ter que dar nome algumas marcas aqui. Mas vocês podem testar qualquer corretora e casa de análise.
Dados: utilizei os dados da recomendação da "Carteira Valor", da Suno, do volume 1, em 2017, até o último volume, agora em 2019. Fiz três cenários:
Valor: R$ 50.000, de outubro de 2017 até agora.Corretora: XP. Mas vocês podem utilizar qualquer corretora.
Método da Suno: a empresa originalmente fez uma sugestão com 8 ativos, e 35% em renda fixa. Ao final de cada revisão, ela tirava 5% da renda fixa mas chegou a aumentar a recomendação para 14. Periodicamente, a empresa sugeria tirar 5% da recomendação em renda fixa para comprar uma ação.
Resultados:
Vale frisar que a estratégia da Suno não rebalanceou as proporções da carteira quando as ações com excelente desempenho apresentaram resultados consistentes, e mais importante: não se concentrou em cortar os prejuízos. A Suno não aumentar a concentração das ações das empresas que apresentavam consistentes, como no caso da Sul América, e não vender as ações que apresentavam um desempenho, é um fato que desafia a lógica. Mas acredito que a distorção cognitiva de "falácia de custos irrecuperáveis", com a esperança de que as ações ruins voltassem a subir de preço, tenham pesado na decisão.
Conclusão: as estratégias da Suno mostraram resultado positivo para o período de 2017 a 2019, mas a rentabilidade ficou prejudicada porque eles mantiveram empresas ruins na carteira. A estratégia Buy & Forget só é boa se as empresas que você escolheu são e se mantém boas. É muito importante não só diversificar a carteira, mas cortar as empresas com desempenho ruim o mais rápido possível e concentrar mais dinheiro nas boas e/ou ir mudando a carteira para empresas mais sólidas. Esperar empresas com desempenho ruim recuperarem a rentabilidade pode causar uma perda significativa dos ganhos em potencial.
Um complicador do quanto de perda você deve tolerar antes de vender uma ação é justamente o grau de oscilação. É difícil para uma pessoa normal prever o quanto uma ação deve oscilar antes de ser considerada ruim. Olhar os fundamentos ajuda, mas se uma casa de análise, que possui profissionais dedicados, falhou com várias empresas acredito que a análise fundamentalista não deve ser fácil de ser feita por um investidor comum. Precisamos de métodos mais objetivos de avaliar a tolerância a perdas.
É interessante notar também que, como o tesouro direto pode ter uma rentabilidade muito elevada, qualquer estratégia com ações que renda menos que ele não vale a pena, por causa do risco oferecido. No contexto atual, acredito que as estratégias de renda variável devem almejar um desempenho de mais de 20%. Então, não considero o desempenho da Suno satisfatório, mas vejo potencial de melhora se conseguirmos reduzir as perdas causadas pela seleção das ações que mostrarem desempenho ruim.
submitted by Megabyte_2 to investimentos [link] [comments]

Copilado das opiniões dos pré-candidatos à Presidência sobre a greve dos Caminhoneiros.

Guilherme Boulos - PSOL:
Boulos considera que os maiores responsáveis pela situação atual são: Michel Temer e o presidente da Petrobras, Pedro Parente. Ele classificou a política de preços da estatal como desastrosa. Para Boulos, a solução não está nem na utilização das forças armadas, nem no congelamento do preço do Diesel anunciado pelo governo e sim em uma mudança na revisão dos valores dos combustíveis.
Geraldo Alckmin - PSDB:
Geraldo considerou a estratégia do governo Temer equivocada e lenta. Ele afirmou que os caminhoneiros já foram atendidos e está na hora de normalizar o transporte no país. Para Alckmin, caso haja intransigência, a aplicação da lei é necessária.
"... o ideal teria sido negociar com a Petrobras reajustes mensais para garantir alguma previsibilidade aos consumidores de Diesel. Além disso, ao invés de zerar a alíquota de PIS/COFINS por 60 dias, teria sido melhor criar um colchão tributário com alíquotas máximas e mínimas que seriam adotadas em momentos de choque de preço. Aumento de impostos não devem nem ser avaliado, esta não é uma alternativa! O primeiro caminho é sempre o diálogo e no caso de intransigência, a aplicação da Lei." disse Alckmin.
Jair Bolsonaro - PSC:
Jair defendeu os motivos que levaram os caminhoneiros a paralisação em um vídeo divulgado nas redes sociais. Ele não falou sobre a política de preços da Petrobras, mas recomendou que a categoria comece a desobstruir as rodovias após o pacote de medidas anunciadas pelo Governo.
"O Brasil, no momento, depois desse trabalho maravilhoso de vocês... Entendo eu, que começa a perder. Todos nós passamos a perder a partir de agora. O que eu apelo a vocês... Quebrar o Brasil não interessa as pessoas de bem, aos trabalhadores, como vocês... Entendo eu, respeitosamente, que seria um ato de nobreza por parte de vocês voltarem aos serviços, buscar fazer o Brasil voltar a normalidade. O Brasil quebrado não interessa para ninguém!" disse Bolsonaro.
Fernando Haddad - PT:
Haddad falou que a campanha de política de preço da Petrobras tornou insustentável a situação financeira dos caminhoneiros, uma vez que as altas do preço do diesel ocorrem constantemente e os valores dos fretes se mantém os mesmos. Ele critica as diretrizes da estatal que deram imprevisibilidade para o preço do combustível.
"...mesmo o preço do petróleo superar 120 dólares, a política de preços internos da Petrobras mantinha coerência com os custos da empresa que majoritariamente são em reais. A política de refino precisa também que mudar, nós estamos importando cada vez mais derivados e exportando óleo bruto. Isso também tem um impacto muito grande sobretudo quando o preço aumenta em dólar." disse Haddad.
Ciro Gomes - PDT
A política de preço da Petrobras foi chamada de fraude por Ciro Gomes. Ele afirmou ser possível adotar uma estrutura de custos que comercializa o diesel a no máximo 3 reais o litro. O ex-ministro afirmou no programa Roda Viva que a Petrobras abriu mão da produção interna para privilegiar o mercado estrangeiro.
"...o que o Sr. Pedro Parente faz: para servir os interesses estrangeiros ele deixa em 1/3 a capacidade de produção de gasolina, óleo diesel e lubrificantes do Brasil ociosos e passa a abrir espaços para que grandes importadoras brasileiras comprem gasolina lá fora, aproveitando a peculiaridade da Petrobras que é deter o monopólio. Evidentemente o Brasil não tem que cair no mercado concorrencial por que nós temos uma companhia estatal que tem padrões de eficiência ou de custos absolutamente importantes em comparação com o mundo, e pode e deve transferir essa evidencia para o interesse público brasileiro." disse Ciro.
Álvaro Dias - Podemos
O Senador disse acreditar que a greve dos caminhoneiros passa pelo preço do diesel, mas ganhou força por uma insatisfação geral com a classe política. Ele criticou a demora do governo em agir, mas disse que nesse momento o pacote de medidas foi o possível diante das circunstâncias.
"...O governo não teve a capacidade de se antecipar aos fatos. O que ele fez agora pode ser insuficiente, mas é o possível diante das circunstâncias. Isso não o exime de responsabilidade, pelo fato de não ter tido competência para se antecipar aos fatos, já que os caminhoneiros sinalizavam com a hipótese de paralisação ha muito tempo. A greve foi se agravando a ponto de chegarmos a esse impasse." disse Álvaro Dias.
Marina Silva - REDE
Por nota, Marina disse que a política de preço da Petrobrás é fora da realidade. Segundo a ex-ministra, as concessões feitas pelo governo não podem acarretar em mais impostos. Para Marina, o Brasil tem condições de atualizar a matriz para combustíveis renováveis e menos poluentes como o Biodiesel e não ficar refém das variações do mercado internacional de petróleo.
Manuela d'Ávila - PCdoB
Por nota, Manuela declarou que a pauta dos caminhoneiros é justa e incide em questões relacionadas com todos os brasileiros. A longo prazo ela propõe aumentar os investimentos públicos em refinarias para tornar o país menos dependente de refinarias estrangeiras. A curto prazo, Manuela propõe a criação de um fundo de compensação para dar sustentação em caso de volatilidade do preço do barril do petróleo.
João Amoêdo - Novo
https://imgur.com/a/JFchG09
Henrique Meirelles - MDB
Sem posição.
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13 maneiras de reduzir a pressão arterial naturalmente

13 maneiras de reduzir a pressão arterial naturalmente

Remédios caseiros fáceis para ir de pressão alta para baixa pressão arterial

Hipertensão arterial desempenha um papel de contribuição em mais de 15% das mortes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo de Harvard.como baixar a pressão alta Embora não cause sintomas, a pressão alta aumenta os riscos de mortes, como ataques cardíacos e derrames, além de aneurismas, declínio cognitivo e insuficiência renal. Vinte e oito por cento dos americanos têm pressão alta e não sabem disso, segundo a American Heart Association. Se você não teve a sua verificada em dois anos, consulte um médico.
Embora a medicação possa baixar a pressão arterial, ela pode causar efeitos colaterais como cãibras nas pernas, tontura e insônia. Felizmente, a maioria das pessoas pode reduzir a pressão sanguínea naturalmente sem medicação com remédios caseiros para pressão arterial baixa (chamada hipotensão). Primeiro, consiga um peso saudável ( essas dicas podem ajudá-lo a chegar lá). Em seguida, tente estas estratégias para reduzir o risco de doença cardíaca.
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  1. Vá para passeios de intensidade.
Pacientes hipertensos que faziam exercícios físicos apressadamente diminuíram a pressão em quase 8 mmHg acima de 6 mmHg, descobriu o estudo. O exercício ajuda o coração a usar o oxigênio com mais eficiência, por isso não é tão difícil bombear o sangue.como baixar a pressão alta
Caminhada mais forte: comece a andar mais rapido quando você tem 50 + libras para perder
Faça um treino cardiovascular vigoroso de pelo menos 30 minutos na maioria dos dias da semana para baixar a pressão arterial. Tente aumentar a velocidade ou a distância para continuar desafiando seu relógio. ( Esses 10 conjuntos de peso tornarão seus exercícios de caminhada ainda mais desafiadores .)

  1. Respire profundamente.como baixar a pressão alta
A respiração lenta e práticas meditativas como o qigong, o yoga e o tai chi diminuem os hormônios do estresse, que elevam a renina, uma enzima renal que aumenta a pressão sangüínea. Tente 5 minutos de manhã e à noite para baixar a pressão arterial. Inspire profundamente e expanda sua barriga. Expire e liberte toda a sua tensão. (Experimente estas posturas de yoga para aliviar a tensão.)como baixar a pressão alta

  1. Escolha batatas.
Carregar-se em frutas e legumes ricos em potássio é uma parte importante de qualquer programa de redução da pressão arterial, diz Linda Van Horn, PhD, RD, professor de medicina preventiva na Northwestern University Feinberg School of Medicine. Apontar para 2.000 a 4.000 mg de potássio por dia, diz ela.como baixar a pressão alta
As principais fontes de produtos ricos em potássio para obter baixa pressão arterial incluem batata-doce, tomate, suco de laranja, batata, banana, feijão, ervilha, melão, melão e frutas secas, como ameixas e passas.

  1. Seja inteligente em sal.
Certos grupos de pessoas - os idosos, os afro-americanos e aqueles com histórico familiar de pressão alta - têm mais probabilidade de ter pressão arterial que é particularmente sensível ao sal (ou sódio). Mas, como não há como saber se um indivíduo é sensível ao sódio, todos deveriam reduzir a ingestão de sódio, diz Eva Obarzanek, PhD, nutricionista de pesquisa do Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue. Quão longe? Para 1.500 mg por dia, se você quiser pressão arterial baixa. Isso é cerca de metade do consumo americano médio, diz ela. (Meia colher de chá de sal contém cerca de 1.200 mg de sódio.)como baixar a pressão alta
Cortar sódio significa mais do que facilitar o saleiro , que contribui com apenas 15% do sódio na dieta típica americana. (Para mais maneiras de reduzir seu sódio, veja 6 maneiras simples de reduzir sua ingestão de sal .) Preste atenção para o sódio em alimentos processados, adverte Obarzanek. É de onde vem a maior parte do sódio em sua dieta, ela diz. Tempere os alimentos com temperos, ervas, limão e temperos sem sal.

  1. Delicie-se com chocolate escuro.
Variedades de chocolate amargo contêm flavanóis que tornam os vasos sanguíneos mais elásticos e aumentam as chances de pressão arterial baixa. Em um estudo, 18% dos pacientes que comeram todos os dias viram a diminuição da pressão arterial. Tem meia onça diária, e certifique-se que contém pelo menos 70% de cacau. (Tente estas três receitas de chocolate escuro que estamos obcecados .)como baixar a pressão alta

  1. Tome um suplemento.
Em uma revisão de 12 estudos, os pesquisadores descobriram que a coenzima Q10 reduziu a pressão arterial em até 17 mmHg acima de 10 mmHg.como baixar a pressão alta
O antioxidante, necessário para a produção de energia, dilata os vasos sanguíneos. Pergunte ao seu médico sobre tomar um suplemento de 60 a 100 mg até três vezes ao dia para baixar a pressão arterial.

7 Beba um pouco de álcool.

De acordo com uma revisão de 15 estudos, quanto menos você bebe, menor a pressão arterial cairá - até certo ponto. Um estudo com mulheres no Hospital Brigham and Women, em Boston, por exemplo, descobriu que a ingestão leve (definida como um quarto a metade de uma bebida por dia para uma mulher) pode na verdade reduzir a pressão arterial mais do que nenhuma bebida por dia. (Confira seu corpo em álcool para mais informações.)como baixar a pressão alta
Uma "bebida" é 12 onças de cerveja, 5 onças de vinho, ou 1,5 onças de espíritos para atingir o objetivo de baixa pressão arterial. Outros estudos também descobriram que beber moderadamente - até um drinque por dia para uma mulher, dois para um homem - pode diminuir os riscos de doenças cardíacas. "Altos níveis de álcool são claramente prejudiciais", diz Obarzanek. "Mas o álcool moderado protege o coração. Se você vai beber, beba moderadamente."

  1. Mude para café descafeinado.
Os cientistas há muito debateram os efeitos da cafeína na pressão sanguínea. Alguns estudos não mostraram nenhum efeito, mas um do Centro Médico da Universidade de Duke descobriu que o consumo de 500 mg de cafeína - cerca de três xícaras de café - aumentava a pressão arterial em 4 mmHg, e esse efeito durou até a hora de dormir. Para referência, 8 onças de café por gotejamento contêm 100 a 125 mg de cafeína; a mesma quantidade de chá, 50 mg; uma quantidade igual de cola, cerca de 40 mg.como baixar a pressão alta
A cafeína pode elevar a pressão arterial ao apertar os vasos sanguíneos e ao aumentar os efeitos do estresse, diz Jim Lane, PhD, professor associado de pesquisa da Duke e principal autor do estudo. "Quando você está sob estresse, seu coração começa a bombear muito mais sangue, aumentando a pressão arterial", diz ele. "E a cafeína exagera esse efeito." Se você beber muito joe, despeje mais descafeinado para proteger seu ticker com pressão arterial baixa. (Aqui estão 6 sintomas físicos que significam que você está bebendo muito café .)

  1. Tome o chá.
A redução da pressão alta é tão fácil quanto um chá: os participantes do estudo que tomaram três xícaras de chá de hibisco diariamente reduziram a pressão arterial sistólica em 7 pontos em 6 semanas em média, dizem pesquisadores da Tufts University - resultados comparáveis ​​aos de muitas prescrições medicamentos. Aqueles que receberam uma bebida placebo melhoraram sua leitura em apenas 1 ponto. Os fitoquímicos no hibisco são provavelmente responsáveis ​​pela grande redução na pressão alta, dizem os autores do estudo. Muitos chás contêm hibisco; Procure misturas que o listem perto do topo do gráfico de ingredientes para pressão baixa - isso geralmente indica uma concentração maior por porção.como baixar a pressão alta

  1. Trabalhe (um pouco) menos.
Colocar em mais de 41 horas por semana no escritório aumenta o risco de hipertensão em 15%, de acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, Irvine, de 24.205 moradores da Califórnia. Fazer horas extras faz com que seja difícil se exercitar e comer de forma saudável , diz Haiou Yang, PhD, o principal pesquisador. Pode ser difícil ultrapassar os primeiros tempos econômicos difíceis de hoje, mas tente sair em uma hora decente - para que você possa ir à academia ou cozinhar uma refeição saudável - o mais rápido possível para reduzir a pressão arterial. Siga estas dicas para tornar seus finais de semana livres de estresse . Defina uma mensagem de fim de dia no seu computador como um lembrete para desligá-lo e ir para casa.como baixar a pressão alta

  1. Relaxe com a música.
Precisa reduzir a pressão arterial um pouco mais do que a medicação ou mudanças no estilo de vida podem fazer sozinhas? As melodias certas podem ajudá-lo a baixar a pressão arterial, de acordo com pesquisadores da Universidade de Florença, na Itália. Eles pediram a 28 adultos que já estavam tomando medicação para hipertensão ouvir música clássica, celta ou indiana por 30 minutos diariamente enquanto respiravam devagar. Depois de uma semana, os ouvintes baixaram sua média de leitura sistólica em 3,2 pontos; um mês depois, as leituras diminuíram 4,4 pontos.

  1. Procure ajuda para o ronco.
É hora de atender às reclamações do seu parceiro e obter o check-out do ronco. Ressonos altos e incessantes são um dos principais sintomas da apneia obstrutiva do sono (AOS). Rating: 0.0 Pesquisadores da Universidade do Alabama descobriram que muitos sofredores da apnéia do sono também tinham altos níveis de aldosterona, um hormônio que pode aumentar a pressão arterial. Na verdade, estima-se que metade de todas as pessoas com apnéia do sono têm pressão alta.como baixar a pressão alta
Se você tiver apnéia do sono, poderá ter muitas interrupções breves, mas com risco de vida, na respiração enquanto dorme. Além do ronco alto, o cansaço diurno excessivo e as dores de cabeça matinais também são boas pistas. Se você tem pressão alta, pergunte ao seu médico se a AOS pode estar por trás; O tratamento da apneia do sono pode reduzir os níveis de aldosterona e melhorar a PA.

  1. Salte para a soja.
Um estudo da Circulation: Journal of the American Heart Association descobriu pela primeira vez que a substituição de alguns carboidratos refinados em sua dieta para obter baixa pressão sangüínea com alimentos ricos em proteína de soja ou leite, como laticínios com baixo teor de gordura, pode diminuir pressão arterial sistólica se tiver hipertensão ou pré-hipertensão.como baixar a pressão alta
submitted by massaokoshimizu to u/massaokoshimizu [link] [comments]

Outubro Rosa 2019 – Sua vida é importante!

Outubro Rosa 2019 – Sua vida é importante!
Nesta campanha do Outubro Rosa de 2019 procuramos sinalizar como é importante a realização do auto diagnóstico.
E também a importância de realizar os exames para a identificação do tumor de câncer de mama.
Isto porque de acordo com O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima-se que:
Para cada ano do biênio 2018/2019, sejam diagnosticados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil.
Só para exemplificar, isto é um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres.
O câncer de mama é sem dúvidas uma doença perigosa, por isso é necessário dar a devida atenção para os exames de identificação.
Acima de tudo você pode ler informações importantes na revista do INCA, Leia aqui.

Como realizar o diagnóstico?

O diagnóstico pode ser feito a partir de um auto exame e em seguida de uma consulta com profissional da área da saúde.

Como realizar o auto exame de mama?


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De acordo com o INCA:
O rastreamento do câncer de mama é uma estratégia dirigida às mulheres na faixa etária em que o balanço entre benefícios e riscos dessa prática é mais favorável, com maior impacto na redução da mortalidade.
Os benefícios são o melhor prognóstico da doença, com tratamento mais efetivo e menor morbidade associada.
Os riscos ou malefícios incluem os resultados falso-positivos, que geram ansiedade e excesso de exames; os resultados falso-negativos, que resultam em falsa tranquilidade para a mulher; o sobre diagnóstico e o sobre tratamento, relacionados à identificação de tumores de comportamento indolente (diagnosticados e tratados sem que representem uma ameaça à vida); e, em menor grau, o risco da exposição à radiação ionizante, se frequente ou sem controle de qualidade.
No primeiro, o exame de rastreio é ofertado às mulheres que oportunamente chegam às unidades de saúde, enquanto o modelo organizado é dirigido às mulheres na faixa etária alvo que são formalmente convidadas para os exames periódicos.
A experiência internacional tem demonstrado que o segundo modelo apresenta então melhores resultados e menores custos. No Brasil, conforme revisão das Diretrizes para a Detecção Precoce do Câncer de Mama, publicada em 2015, a mamografia é o método preconizado para rastreamento na rotina da atenção integral à saúde da mulher.

A importância da mamografia | Outubro Rosa 2019

A mamografia é o único exame cuja aplicação em programas de rastreamento apresenta eficácia comprovada na redução da mortalidade do câncer de mama. Com isso a mamografia de rotina é recomendada para as mulheres de 50 a 69 anos a cada dois anos. Logo a mamografia nessa faixa etária e a periodicidade bienal são rotinas adotadas na maioria dos países que implantaram o rastreamento organizado do câncer de mama. E baseiam-se na evidência científica do benefício dessa estratégia na redução da mortalidade nesse grupo e no balanço favorável entre riscos e benefícios 6.
Em outras faixas etárias e periodicidades, o balanço entre riscos e benefícios do rastreamento com mamografia é desfavorável 6. Aproximadamente 5% dos casos de câncer de mama ocorrem em mulheres com alto risco para desenvolvimento dessa neoplasia.
Risco elevado de câncer de mama inclui: – história familiar de câncer de mama em parente de primeiro grau antes dos 50 anos ou de câncer bilateral ou de ovário em qualquer idade; – história familiar de câncer de mama masculino; – e diagnóstico histopatológico de lesão mamária proliferativa com atipia ou neoplasia lobular in situ 7.

Como identificar os sintomas de câncer de mama?

Os principais sinais e sintomas da doença são:Primeiro ponto a saber caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; a pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja,
Terceiro alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos.
Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas).

O que causa o câncer de mama? |outubro rosa 2019

Não há uma causa única para o câncer de mama.
Diversos agentes estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como:
  • envelhecimento (quanto mais idade, maior o risco de ter a doença)
  • fatores relacionados à vida reprodutiva da mulher (idade da primeira menstruação, ter tido ou não filhos, ter ou não amamentado, idade em que entrou na menopausa)
  • histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficiente e exposição à radiação ionizante.
Portanto a prática de atividade física e de alimentação saudável, com manutenção do peso corporal adequado, estão associadas a menor risco de desenvolver câncer de mama:
Com isso, cerca de 30% dos casos podem ser evitados quando são adotados esses hábitos.
Sobretudo a amamentação também é considerada um fator protetor.
Além de estarem atentas ao próprio corpo, mulheres de 50 a 69 anos devem fazer mamografia de rastreamento a cada dois anos.
Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas.
A mamografia nesta faixa etária, com periodicidade bienal, é a rotina adotada na maioria dos países que implantaram o rastreamento organizado do câncer de mama e baseia-se na evidência científica do benefício desta estratégia na redução da mortalidade neste grupo.
Então neste outubro rosa 2019 o ideal é estar atenta ao seu corpo.
E realizar não só o auto exame, bem como cuidar da alimentação e ir regularmente ao médico, principalmente se estiver na idade de 50 a 69 anos.
Via https://blog.expanssiva.com.b
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[2014] Universidade Popular - O 25 de Abril e a nacionalização da banca e dos seguros

Textos: http://www.upp.pt/drupal/sites/default/files/Folhetos/Texto%20de%20apoio%20aos%20debates.pdf
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[2012] Sarah Elsie Bake, Rosalind Edwards - How many qualitative interviews is enough?

Artigo aqui. Principais pontos:
  1. First, there is the issue of saturation [...] described as a process in which the researcher continues to sample relevant cases until no new theoretical insights are being gleaned from the data. Once saturation is achieved, the researcher would move on to a research question arising from the data collected and then sampling theoretically in relation to that question [...] Such an approach to sampling is very demanding because it forces the researcher to combine sampling, data collection, and data analysis, rather than treating them as separate stages in a linear process. [...] Further, there have been few guidelines on how to establish whether one has in fact achieved saturation
  2. A second factor is that it is sometimes suggested that there are minimum requirements for sample size in qualitative studies. [...] Contrasting these figures (20-30 versus 60-150) strongly suggests that there is quite a lot of variety in what is believed to be the minimum requirement, so that it is unsurprising to find that actual sample sizes vary considerable in qualitative research. [...] Thus, on the one hand, researchers need to be aware that there is a view that there are expectations about minimum sample size in order to be able to publish one’s results; on the other hand, there is very little agreement about what that minimum sample size is! What is almost certainly crucial is that the researcher must be prepared to justify the sample size with which he or she has ended up.
  3. sample sizes will be significantly influenced by a third influence on sample size – the style or theoretical underpinnings of the study. (por exemplo, pesquisas de âmbito fenomenológico ou etnometodológico requerem, à partida, de menos entrevistas, dada a profundidade e detalhe da análise)
  4. A fourth factor that is likely to influence sample size is the heterogeneity of the populationfrom which the sample is drawn (quanto mais homogéneos os grupos, menor o número de entrevistas necessário).
  5. Fifth and finally, the breadth and scope of research questions vary quite a lot in qualitative research and this too is likely to influence sample size [...] However, breadth and scope are not entirely objective attributes of a research focus, so there is likely to be some disagreement about appropriate sample sizes along this dimension
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Sobre a revisão da meta fiscal - Nelson Barbosa

A equipe econômica, ao definir a nova meta de resultado primário para 2016, manteve, na sua essência, a estratégia de política fiscal anunciada no início do ano e encaminhada ao Congresso Nacional por meio do PLN01/16.
De forma idêntica ao anunciado em março, o governo em exercício novamente solicitou ao Congresso espaço para acomodar frustrações de receita, pagar investimentos e manter ações emergenciais. As estimativas e parâmetros que fundamentaram a decisão foram novamente atualizadas pelas equipes técnicas do Tesouro Nacional, Receita Federal e Secretaria de Orçamento.
O valor dos recursos a serem descontingenciados na proposta do governo provisório é o mesmo apresentado em março: R$ 21,2 bilhões. Também é igual o valor destinado ao PAC (R$ 9 bilhões), à Defesa (R$ 3,5 bilhões), à Saúde (R$ 3,0 bilhões) e às transferências da Lei Kandir (R$ 1,95 bilhão).
A apropriação da proposta do PLN01/16 pelo governo interino evidencia a necessidade de flexibilização da meta de resultado primário no curto prazo para que se mantenham os investimentos públicos, as despesas essenciais do governo e a acomodação das frustrações de receitas que têm se mostrado crescentes em função da queda do nível de atividade econômica.
Em relação a proposta anunciada em março, as principais modificações da proposta anunciada na sexta, 20 de maio, estão concentradas em três pontos:
1) A revisão dos parâmetros macroeconômicos, que afetou as projeções de receitas e despesas, faz parte dos trabalhos normais de revisão da programação fiscal realizado periodicamente pelas equipes técnicas dos ministérios da Fazenda e do Planejamento. Cabe ressaltar que foi mantida a estratégia adotada, desde o final de 2014, de basear as projeções do governo em parâmetros de mercado. Nesse ponto não houve, portanto, nem mais nem menos realismo por parte do governo provisório.
2) A decisão de retirar das estimativas de receita e despesa valores relacionados a projetos em tramitação no Congresso Nacional, como a PEC da CPMF e o PL 4495/16, que aperfeiçoa o pagamento de precatórios por parte da União, ou medidas administrativas que poderiam ser implementadas imediatamente pelo governo, como a melhoria de gestão na Previdência e na concessão de benefícios assistenciais de prestação continuada.
3) A decisão de incluir um teto para os passivos contingentes decorrentes da renegociação das dívidas dos estados. Na proposta apresentada em março, a iniciativa já constava como uma das possibilidades de redução da meta fiscal, mas não tinha sido fixado um valor máximo para o impacto fiscal dessa renegociação devido à incerteza política e econômica de tal processo.
Com base nos fatos acima, a nova proposta de redução da meta fiscal dá continuidade à estratégia de flexibilização da política fiscal anunciada pelo governo no início desse ano, por ocasião da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, em janeiro, iniciada com a abertura do orçamento, em fevereiro, e formalizada através do envio do PLN01/16, ao Congresso Nacional, em março.
Porém, a elevação substancial da previsão do déficit primário previsto para 2016, sem a apresentação de medidas para reduzi-lo, acabou por transformar a meta fiscal em um “piso fiscal”. Na prática, como dito pelo Ministro do Planejamento na entrevista coletiva, a meta de déficit de R$ 170,5 bilhões constitui um valor máximo para o déficit primário, ou seja, um valor capaz de acomodar os cenários mais pessimistas de frustração de receita e aumento de despesas.
Para facilitar a comparação entre as duas propostas de redução da meta, a tabela 1 apresenta um resumo dos principais números apresentados em março e maio.
Com base na tabela 1 a nova meta de déficit de R$ 170,5 bilhões corresponde a uma redução da R$ 196,5 bilhões em relação à meta vigente, que é de um superávit de R$ 24,0 bilhões.
A redução de R$ 196,5 bilhões da meta fiscal anunciada na sexta-feira, 20, pelo governo provisório contempla os R$ 120,7 bilhões já incluídos na proposta de redução da meta apresentada em março.
Sobre a redução adicional de R$ 73,8 bilhões, cabe ressaltar que a proposta apresentada em março também incluía a possibilidade de redução da meta por passivos contingentes decorrente da renegociação das dívidas estaduais, mas sem especificar um valor. Na proposta anunciada ontem isso foi incorporado, mas com a definição de um teto de R$ 19,9 bilhões.
A “novidade” da proposta atual consiste, portanto, em reduzir a meta fiscal desse ano em mais R$ 53,9 bilhões, sendo R$ 25,9 bilhões decorrentes da redução adicional de projeção de receita líquida e R$ 28 bilhões do aumento da projeção de despesas obrigatórias, em grande parte, decorrente da não incorporação de medidas em tramitação no congresso nacional.
Em contraste com os R$ 170,5 bilhões de piso para o déficit primário da União anunciados pelo governo interino, a média das expectativas de mercado, levantadas pelo Ministério da Fazenda, aponta para um déficit de R$ 104 bilhões nesse ano1. Esse valor é compatível com a proposta de redução da meta apresentada ainda em março, acrescida do impacto da renegociação das dívidas estaduais.
Independentemente das diferenças de projeções e avaliações sobre o cenário fiscal de 2016, é significativa a opção do governo por seguir a estratégia fiscal anunciada no início desse ano, qual seja: combinar a flexibilização da política fiscal no curto prazo com reformas fiscais de longo prazo que diminuam o crescimento do gasto obrigatório da União.
As propostas de março foram apresentadas e encaminhadas ao Congresso Nacional por meio do PLN01/16 e PLP257/16, de forma transparente e realista, com base nos parâmetros macroeconômicos estimados à época – cabe ressaltar que realizados com a mesma qualidade e rigor técnico inerente às equipes que permanecem no comando das principais secretarias do Ministério da Fazenda e do Planejamento.
Apesar de urgente, o debate sobre a mudança da meta fiscal foi bloqueado ao longo dos primeiros meses de 2016 pela crise política, que não permitiu, sequer, a instalação da Comissão Mista de Orçamento pelo Congresso.
Neste momento tudo indica que parlamentares que antes se posicionavam contra qualquer revisão da meta fiscal e de projetos importantes para a gestão fiscal irão abrir mão dos debates e audiências públicas para aprovar a mudança da meta em tempo recorde.
A aprovação da mudança da meta fiscal é necessária e urgente para evitar o contingenciamento total das despesas discricionárias da União, que nada ajudaria a economia brasileira nesse momento de redução da atividade econômica e acabaria por prejudicar a prestação de serviços públicos essenciais à população.
O que é curioso no momento atual é a mudança súbita de interpretação política sobre a mesma estratégia fiscal apresentada no início desse ano. Diante dessa mudança, não causa surpresa que a atual equipe econômica tenha que relançar a mesma proposta fiscal apresentada em março como uma "novidade", como uma nova era de "realismo fiscal".
Na verdade, o realismo fiscal e a mudança de foco do ajuste fiscal para a reforma fiscal já estão em prática desde o início desse ano.
A diferença, agora, é que a equipe econômica decidiu rebaixar excessivamente as expectativas sobre o resultado fiscal para que, de hoje em diante, a adoção de qualquer medida que melhore as finanças públicas, mesmo aquelas já propostas pelo governo no final de 2015 e início de 2016, sejam retratadas como “novidades” ou “avanços” por parte do governo interino.
Independentemente da retórica política que se adote, uma análise imparcial dos números apresentados ontem indica que a meta fiscal se transformou num piso fiscal, uma espécie de “cheque especial” de até R$ 170,5 bilhões que permite uma redução substancial de receitas e um aumento também substancial de despesas, e que dificilmente deixará de ser cumprido
(1) Prisma Fiscal de Abril/16, disponível em: http://www.spe.fazenda.gov.bprisma-fiscal.
https://www.facebook.com/DilmaRousseff/photos/a.351365628250368.87876.351338968253034/1125007610886162/?type=3&theater
Aqui a tabela original
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